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11 sugestões para pequenos e grandes leitores durante as férias

Nestas (e em todas as outras) férias – quer saia de casa quer fique – o melhor seria conseguir ligar-se e viajar para outros mundos. Bons livros podem ajudar. Aqui não damos sugestões de leitura, mas sugestões para o ajudar a desfrutá-las.

1. Comece fazendo com que ler seja algo prazenteiro. Lance-se com os temas que mais gosta ou que chamem a sua atenção.

2. Encontre um lugar agradável para se sentar a ler. Um sítio onde não se distraia muito. E que tenha boa iluminação!

3. Há quem reserve estantes de livros novos, mas se ao longo do ano não conseguiu ler muito, o melhor seria começar aos poucos. Assim não deixará o livro abandonado às primeiras páginas. Escolha um momento do dia dedicado somente a ler. E depois, marque um tempo só para a leitura. Por exemplo, 30 minutos diários, 10 páginas, um capítulo. E se ultrapassar estas metas… deixe-se levar.

4. Explore a capa. É um elemento que condiciona muito o desejo de abrir um livro. A capa dá uma ligeira ideia do que vai ser encontrado. E, no final, é a imagem que o cérebro projeta ao recordar o livro. Neste jogo criativo há muito que ler e descobrir. Ao começar um livro, ao retomá-lo a cada dia e também ao terminá-lo.

5. Pergunte. Não tenha medo do dicionário. Nem do Google ou da Wikipédia, sempre que não se distraia com eles em demasia.



A leitura em papel é experiência sensitiva. O ruído ao passar as páginas. O inigualável odor do livro novo ou antigo. O sentir o peso, a textura das folhas… O livro em papel é, para muitos, algo quase mágico. Mas hoje em dia a tecnologia oferece-nos outra forma de ler – quiçá não tão sensitiva –, mas que é enormemente prática



6. Ler é maravilhoso, sim. Mas nem todos os autores escrevem para si, nem o leitor está predisposto para qualquer livro. Há livros que aborrecem ou não atraem. Se se encontra com um, deixe-o e comece a ler outro. Quem sabe se mais tarde não o poderá retomar, e então o cative.

7. Leia pausadamente. Está de férias, não é preciso correr. A boa leitura faz-se sem pressas. Esqueça-se do stress e desfrute.

8. Para processar verdadeiramente a informação, o melhor é ler mentalmente (e não em voz alta).

9. Não ter hábito de leitura é mau. Mas que a leitura o leve à indiferença é muito pior. Um bom livro move-o e abre-o ao diálogo. Fale do que leu, partilhe a sua opinião com outras pessoas que gostem de leitura. A família, os amigos e também as redes sociais podem ser o espaço perfeito para dialogar e descobrir mais livros.

10. Porque não intercalar leituras? Muitas pessoas só conseguem ler um livro desde o princípio ao fim. Mas também há quem, intercalando livros, alimente mais o seu desejo de ler. Ponha-se à prova e deixe-se surpreender.

11. A leitura em papel é experiência sensitiva. O ruído ao passar as páginas. O inigualável odor do livro novo ou antigo. O sentir o peso, a textura das folhas… O livro em papel é, para muitos, algo quase mágico. Mas hoje em dia a tecnologia oferece-nos outra forma de ler – quiçá não tão sensitiva –, mas que é enormemente prática. Por que não descobrir o mundo dos “ebooks”? Este género de leitura é muito económica e permite várias possibilidades, como armazenar num volume mínimo milhares de páginas que ocupariam espaço e peso nas malas, ou ter acesso a ferramentas que facilitam a busca de determinada palavra ou frase. E é possível desfrutar de um livro em formato eletrónico sem necessidade de adquirir um dispositivo específico.


 

Grupo de Comunicación Loyola
In Religión Digital
Trad.: Rui Jorge Martins
Imagem: Mihailo K/Bigstock.com
Publicado em 22.07.2021

 

 
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