Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura - Logótipo
secretariado nacional da
pastoral da cultura
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  Ofício de Leitura 

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  António Sousa Franco e a liberdade de educação 
  AA. VV. 
«A educação e o ensino foram uma constante na sua vida e o domínio a que verdadeiramente se entregou e dedicou. Foi autor de um acervo monumental de livros, manuais e publicações de natureza diversa. Guiou-se, sem tergiversar, por critérios sólidos de qualidade, liberdade e universalidade: não contemporizava em matéria de rigor académico, pugnou por um ensino livre e plural e procurou alargar o acesso à educação como um bem essencial à disposição de todos.Considero, pois, da mais elementar justiça invocar, lembrar e difundir o que foi a obra de António de Sousa Franco, nomeadamente em prol do ensino e da liberdade de educação, prestando-lhe uma homenagem que sendo merecidíssima icará sempre aquém da gratidão que, como portugueses, lhe devemos» (António Guterres, in Prefácio.)
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  Santo Agostinho: Sermões (Vol. I – Antigo Testamento; Sermões 1 – 50] 
  Santo Agostinho 
«Santo Agostinho pregou durante trinta e nove anos e, falando da sua experiência, confessava que nada o entristecia mais do que aquelas ocasiões em "que a minha língua não está à altura do meu coração". Isto é, quando sentia que as palavras com que comunicava, apesar de todo o brilho, ficavam ainda assim aquém da experiência contemplativa e espiritual que o consumiam interiormente como um fogo. (...) É necessário que os nossos ouvidos e os nossos olhos estejam à altura do nosso coração, para que a voz que aqui nos fala (que é a voz de Agostinho, mas é sobretudo a voz da Escritura e a voz de Deus) nós a possamos conhecer, e não superficialmente, mas "em todas as suas tonalidades, e senti-la intimamente, fazê-la nossa" (José Tolentino Card. de Mendonça, in Apresentação).»
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  Uma anatomia do poder eclesiástico 
  João Eleutério (coord.) 
«Um trabalho que, iniciado em 2021, é o resultado de sete reflexões acerca de diversas situações de subversão da natureza e missão da Igreja, nomeadamente no caso português. Esta obra nasce no âmbito do Projeto Cuidar, um projeto multidisciplinar que tem como objetivo o apoio à implementação de políticas de proteção de crianças e jovens.»
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  A oração dos cristãos. O Pai-nosso comentado pelos Padres da Igreja 
  Isidro Pereira Lamelas 
«No seu novo livro, Isidro Lamelas propõe uma reflexão acerca das particularidades da oração cristã. Uma renovação da experiência orante que nos transporta aos ritos de fundação dos Padres da Igreja para percebermos que “Jesus não ensinou quantas vezes ou quanto e quando, mas como se deve orar”.»
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  A liberdade do ensino religioso no pensamento de Leonardo Coimbra 
  Carlos M. M. Moreira 
«Este estudo expõe, desenvolve e sintetiza o pensamento de Leonardo Coimbra (1883-1936) relacionado com a defesa da liberdade do ensino religioso nas escolas particulares fiscalizadas pelo Estado que o pensador preconizou na qualidade de Ministro da Instrução Pública, entre 30 de novembro de 1922 e 9 de janeiro de 1923, em pleno período da I República Portuguesa (1910-1926). (...) A exemplaridade da defesa da liberdade do ensino religioso harmonizou o pensamento construtivo e criacionista de Leonardo Coimbra, na medida em que aí conjugou, consensualizou e integrou as teses fundacionais do seu pensamento filosófico e teológico. Esta determinação teológica da liberdade, revisto num horizonte pedagógico à luz do pensamento de Leonardo Coimbra, legitima atualmente a liberdade de ensino religioso (...).»
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  As coisas podem mudar. Conferências de abertura e de encerramento do ano Laudato si 
  D. Luis Antonio Tagle, D. José Tolentino Mendonça 
«Apresentado por ocasião do 7.º aniversário da encíclica, este novo "Argumento" celebra o ano de comemorações que aconteceram na Universidade Católica Portuguesa. Uma reflexão a quatro mãos sobre a Ecologia e sobre o contributo desta encíclica para os ensinamentos sociais da Igreja: “Esta é a origem da Laudato si’. Temos de trabalhar para que todos possam percorrer este caminho de conversão ecológica.”»
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  Maria figura da Graça 
  Maria Manuela de Carvalho 
«Os quatro dogmas mariológicos nasceram num movimento de louvor à Virgem, de reconhecimento pelo valor do seu “sim” a Deus, e do papel que desempenhou na missão salvífica do seu Filho Jesus Cristo. Daí, o título dado a este ensaio – Maria Figura da Graça. A Figura mostra alguém, e, se a figura é bela, atrai a contemplá-la. Se a figura é a da graça, é a do dom do próprio Deus que, ao atrair, convida a participar do dom de si – a graça – a ação de Deus em nós, o ser Deus connosco – o ser Emanuel. Maria, Mãe de Deus, é Mãe da graça que configura em seu Filho os filhos de Deus.»
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  O primado da Graça de Deus em São Tomás de Aquino 
  Tomás Castel-Branco 
«A graça de Deus como dom trinitário sempre foi considerada na tradição católica como fundamental para que o Homem pudesse alcançar o fim para o qual foi criado, pelo que deve ter o primado. A causa mais profunda da graça é o amor que o próprio Deus é, o qual se concretiza, em primeiro lugar, nas relações entre as três pessoas divinas, e se expande na entrega gratuita de Deus ao Homem. Esta obra expõe a teologia da graça detendo-se sobre a predestinação, a justificação, a santificação, a adoção filial e a graça do Espírito Santo. Por último apresenta a chave de leitura do Comentário e a sua atualidade.»
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  Teologia e ciência em diálogo. Análise da Trilogia "A Scientific Theology" de Alister E. McGrath 
  Tiago de Quadros Esteves 
«Uma dissertação elaborada no contexto do Curso de Doutoramento em teologia que consiste numa análise do diálogo crítico entre teologia e ciências naturais em "A Scientific Theology" de Alister E. McGrath. Uma trilogia que “tem potenciado um debate académico e saudável sobre a relação entre teologia e ciência.»
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  Redenção e escatologia (vol. III). Estudos de Filosofia, Religião, Literatura e Arte na Cultura Portuguesa  
  Samuel Dimas, Renato Epifânio, Luís Lóia, António Martins (coord.) 
«A reflexão (...) destaca o inconformismo dos nossos escritores com a ordem social e religiosa de uma época de antagonismo e conflito entre a fé e a ciência, a espiritualidade e a racionalidade, que inclui a denúncia dos males morais da Igreja e do poder político e inclui a justificação pelas opções do monoteísmo cristão, do politeísmo pagão, do ateísmo, do deísmo, do agnosticismo ou do panteísmo. Apresenta a importância da linguagem poética na experiência da espiritualidade, como meio adequado para dizer a relação do homem com Deus, que já não surge de modo objetivo e evidente, sob as formas dogmáticas de fideísmo ou sob as formas míticas e teosóficas de absoluta imanência, mas apenas se vislumbra na ausência mistérica de uma silenciosa presença.»
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  Rastos dominicanos de Portugal para o mundo. 600 Anos da Província Portuguesa. Homenagem a Fr. José Augusto Mourão, O.P. 
  Cristina Costa Gomes, Isabel Murta Pina, José Manuel Fernandes, O.P., Maria João Pereira Coutinho (coord.) 
«Esta obra reúne um conjunto de textos, resultantes das comunicações apresentadas no colóquio comemorativo dos 600 anos da criação da Província de Portugal da Ordem dos Pregadores (Dominicanos), que decorreu no Palácio Fronteira e no Convento de São Domingos em Lisboa. Dito colóquio, pela sua dimensão – não só em termos de número de conferências, mas principalmente na multiplicidade de áreas temáticas abrangidas (História, Arte, Literatura, Espiritualidade, Teologia, Missionação, Pedagogia, Semiótica) – destacou a presença dominicana e os rastos deixados por esta em Portugal e no mundo. Conferencistas de diversas universidades do país e do estrangeiro (...) apresentam abordagens distintas, linhas de investigação recentes e em aberto, com dados inéditos e novas problemáticas.»
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  Retrato do filho. Um conto de amor 
  Josephíne Nobísso, Katalín Szedegí 
«Esta história é uma belíssima alegoria sobre a Santíssima Trindade, o papel de Nossa Senhora nos desígnios divinos e o significado da aceitação de Jesus Cristo como centro da nossa vida. Pode-se dizer que é uma história que gira em torno de superlativos. O homem mais rico do mundo, com a coleção de peças de arte mais variada e valiosa que existe, gera o mais maravilhoso dos filhos, que, tal como o pai, ama e aprecia cada uma das criações que possui. Sob o olhar solícito do pai, e assistido pela maternal governanta da sua casa, o filho vai crescendo em estatura e em graça, partilhando a sua riqueza com quem a deseje. O que acontece porém a esse filho? E aos tesouros que ele e o pai partilham? Qual será o maior de todos os superlativos?»
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  Rezar o Terço em família com os santos 
  Marie Malcurat 
«Na maior parte das suas aparições na Terra, Nossa Senhora convidou insistentemente os seus filhos a rezarem o terço, porque sabe que fazê-lo modifica as almas. Rezar o terço é acolher as graças que Cristo nos quer dar em cada um dos mistérios da sua vida. Com a ajuda deste texto tão simples, destinado a ser levado para qualquer lado, num passeio em família, numa peregrinação da paróquia ou na oração da noite em conjunto, cada família é convidada a deixar-se habitar por Cristo à luz dos testemunhos que nos deixaram santos de todos os tempos, percorrendo um verdadeiro caminho de unidade, paz, amor e alegria!»
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  Jesus e as raízes judaicas de Nossa Senhora. Quem é a Mãe do Messias? 
  Brant Pitre 
«Se o leitor é cristão e sempre quis saber o que a Bíblia diz efetivamente sobre Maria; se é judeu ou muçulmano e tem curiosidade em saber quem é a Mãe de Jesus; se é agnóstico ou ateu, mas tem interesse nas origens judaicas do cristianismo – qualquer que seja a tradição a que pertence e seja qual for a sua visão do mundo, convido-o a fazer este percurso comigo, tentando olhar para a Mãe de Jesus com os olhos de um judeu da Antiguidade. Garanto-lhe que, qualquer que seja o seu posicionamento, vai descobrir coisas novas sobre a mulher mais influente da história (...). Acima de tudo, espero que venha a descobrir que, quanto melhor perceber quem é Maria, melhor vai perceber quem é o próprio Jesus.»
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  Jesus e as raízes judaicas da Eucaristia. Que segredos encerra a Última Ceia? 
  Brant Pitre 
«São Paulo ensina-nos que a Eucaristia remete para a cruz e a cruz remete para a ressurreição. O que os cristãos consomem na Sagrada Comunhão é a humanidade de Jesus, crucificada e ressuscitada. Tivemos acesso a ela por via da dor, mas recebemos a hóstia como penhor da glória eterna e, com ela, a graça para suportar o resto. Mas só conseguiremos apreciar verdadeiramente tudo isto quando tivermos aprendido a ver “como era no princípio”, a ver como os olhos dos primeiros cristãos, que eram judeus e estavam a assistir ao final do mundo antigo, que conheciam bem, e ao nascimento de um mundo novo, a Jerusalém celeste. Este belo livro de Brant Pitre fornece-nos aquilo de que precisamos para essa apreciação do que foi (...).»
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  Correspondência Geral. Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima 
  Luiza Andaluz 
«Este volume reúne a correspondência de âmbito familiar, eclesial e institucional que Luiza Andaluz, a fundadora da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, endereçou a diversas pessoas e instituições. São assim publicadas 281 cartas inéditas, escritas entre 1905 e 1971, que revelam Luiza Andaluz no seu quotidiano, na sua forma de se relacionar com diferentes pessoas dos mais variados quadrantes, em diferentes línguas e sobre um abrangente leque de assuntos.»
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  Para a eternidade. Meditações sobre a figura do sacerdote 
  Card. Robert Sarah 
«Temos de encarar a verdade de frente: o sacerdócio parece vacilar. Alguns sacerdotes fazem lembrar marinheiros num navio violentamente sacudido pela tempestade. Tergiversam e gaguejam. Como podemos deixar de nos interrogar ao ler alguns relatos de abuso de crianças? Como é possível não duvidar? O sacerdócio, o seu estatuto, a sua missão, as suas autoridades foram postas ao serviço do que há de pior. O sacerdócio foi instrumentalizado para dissimular, velar e mesmo justificar a profanação da inocência das crianças. (...) A procura da glória mundana, do poder, das honrarias, dos prazeres terrenos e do dinheiro infiltrou-se nos corações de sacerdotes, bispos e cardeais. Como podemos suportar tais factos sem estremecer, sem chorar, sem nos pormos em causa?»
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  Construindo uma ponte. Como a Igreja Católica e a comunidade LGBT podem estabelecer uma relação de respeito, compaixão e sensibilidade 
  James Martin, sj 
«Este livro constitui um modesto convite para que a Igreja Católica crie uma maior proximidade pastoral relativamente à comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros). Mais especificamente ainda, trata da aproximação entre a Igreja e os católicos LGBT ao mesmo tempo que analisa igualmente de que modo a comunidade LGBT poderá empreender um diálogo mais frutífero com a Igreja institucional. Trata-se de uma «ponte» de dois sentidos, embora o ónus do lançamento da primeira pedra para a construção dessa ponte recaia sobre a Igreja. O papa Francisco assumiu, de múltiplas maneiras, a liderança na construção de pontes: para começar, tornando-se o primeiro Papa a usar a palavra "gay" em público e, a propósito deles, aproveitando para perguntar, porventura na sua declaração mais famosa: "Quem sou eu para julgar?"»
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  A bolota 
  Carlos Azevedo, Maria Anderson 
«Em 1917, um acontecimento em Fátima impôs-se ao mundo. O que está na semente de tudo isto? "A bolota" pretende ser uma pequena semente para nos questionarmos mais a fundo sobre a identidade da nossa vida. Peregrine ao passado e conheça a vida daquela época e as maravilhosas ligações entre Deus, o Humano, a Natureza e a Arte.»
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  «Os meus diletos filhinhos…» Fala quem conheceu o Padre Pio 
  Roberto Allegri 
«Como era conversar com o Padre Pio? Qual era a sensação de olhá-lo nos olhos e observar, de perto, os seus estigmas? E ser olhado por ele e receber uma sua carícia? Como rezava ele e como era a sua vida conventual diária? A estas e a outras perguntas respondem muitos dos que conheceram de perto o Padre Pio: parentes, amigos, irmãos, homens e mulheres de San Giovanni Rotondo, que cresceram à sombra do convento. Cada um deles acrescenta a sua própria peça ao mosaico que, neste livro, retrata o santo amado por muitos, por todo o mundo.»
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  Experiência da vida de fábrica. Condição primordial de um trabalho não servil 
  Simone Weil 
«Os dois ensaios apresentados neste livro – "Experiência da vida de fábrica" (1941) e "Condição primordial de um trabalho não servil" (1942) – brotam da experiência direta de Simone Weil depois de passar de professora de filosofia a operária. Apesar da sua saúde particularmente frágil, da sua inabilidade para o trabalho manual, Simone Weil, operária anónima, submete-se às mortificações da fábrica, ao assédio do trabalho vazio e alienante, para sentir na sua carne a condição dos trabalhadores. É aí, no «contacto com a vida real», que a sua experiência operária nutrirá uma filosofia do trabalho, entre as mais originais que existem.»
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  Humano mais humano. Uma antropologia da ferida infinita 
  Josep Maria Esquirol 
«"De onde vens?", "como te chamas?", "o que é que te acontece?". Estas perguntas, se tomadas no seu sentido mais profundo, levam-nos ao centro da nossa alma, onde – explica Esquirol – somos tocados por quatro realidades fundamentais com as quais temos de confrontar-nos por toda a nossa existência: a vida, a morte, o tu, o mundo. O encontro com esses «infinitos essenciais» marca uma «ferida», uma abertura inesgotável que afasta qualquer pretensão de autossuficiência e que nos constitui na nossa humanidade.»
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  Albino Luciani – João Paulo I. Um homem de Deus, um Papa santo 
  Claudio Alberto Andreoli 
«O seu breve pontificado centrou-se nas três virtudes teologais – fé, esperança, caridade – e, como recorda, no Prefácio, o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, "não foi a passagem de um meteorito que se extingue após fugaz trajeto, mas é cada vez mais sinal e exemplo luminoso daquela continuidade de esperanças que vêm de longe e se fundamentam nas raízes do inesquecível tesouro de uma Igreja muito próxima dos ensinamentos dos grandes Padres".»
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  Patronos da JMJ Lisboa 2023 
«Este livro reúne 13 biografias dos santos, beatos e beatas que são os modelos a seguir na Jornada Mundial da Juventude 2023, que acontecerá em Lisboa de 1 a 6 de agosto, com ilustrações do padre Christopher Sousa e Prefácio do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. O Cardeal Kevin Farrell, Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, contribui também com um artigo, "sobre a importância pastoral e espiritual dos patronos da Jornada Mundial da Juventude.»
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  Uma força de cura intemporal. Da consolação ao compromisso no caminho de São Lucas 
  António Sílvio Couto 
«Numa sociedade materializada e paganizada, onde o que conta é o percetível aos sentidos corporais, torna-se difícil falar de um tema que tem as suas raízes mais profundas noutras crenças, que não as da Bíblia. Os leitores terão aqui uma oportunidade de ler-compreender os milagres do Evangelho de Lucas, não apenas como um saber teórico, mas sobretudo como um saborear a Palavra de Deus, no sentido prático, espiritual.»
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  António secreto. A força de um Santo 
  Nicola Vegro 
«Este livro remete o leitor para uma época cativante, rica de grandes fervores e conflitos religiosos que lançaram as bases da Europa e do pensamento moderno. Trata-se de um romance histórico em que se conta a vida de um dos maiores santos do cristianismo: Santo António de Lisboa – Pádua. No livro emerge um “António secreto”, ou seja, íntimo, com os seus problemas, as suas crises, os seus caminhos e as suas reflexões internas… António, move-se por entre intrincadas vivências pessoais e escolhas difíceis, guerras e interesses políticos, disputas teológicas e prelados corruptos, defesa dos pobres e luta contra a usura e os prepotentes. "António Secreto – A força de um Santo" é um livro refinado e credível, baseado em documentos e textos autênticos escritos pelo próprio Santo.»
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  Não desperdices a tua vida. Nunca é tarde para começar a viver! 
  Anselm Grün 
«O que é que por vezes nos impede de avançar? O desejo de proteção? O desejo de ficar por aquilo que é familiar e conhecido? O medo de, por causa de um compromisso prematuro, perder aquilo que é «ideal». Muitas pessoas ficam tão dependentes das opiniões alheias que vivem as vidas dos outros em vez das suas. Diante de uma infinidade de propostas, outras não sabem sequer o que escolher – e acabam por não escolher nenhuma. Em última análise, no entanto, metas ambiciosas e cómoda perseverança significam que a vida passa por nós sem ser vivida. Não desperdices a tua!»
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  Não desperdices a tua vida. Nunca é tarde para começar a viver! 
  Anselm Grün 
«A vida moderna desafia-nos com um número inacreditável de escolhas. Temos de tomar decisões diariamente e muitas pessoas sentem-se sobrecarregadas pelo medo de tomar a decisão errada. Neste livro, Anselm Grün encoraja-nos a confiar na nossa capacidade de fazer a escolha certa e ensina-nos a reconhecer o momento correto para as decisões, pois são elas que moldam as nossas vidas.»
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  Viver – não apenas ao fim de semana. Como pode o trabalho ajudar-nos a viver? 
  Anselm Grün 
«Para muitos jovens que começam a trabalhar depois dos estudos, e também para aqueles que estão empregados há já vários anos, o compromisso com a vida profissional moderna é um desafio. Perguntam-se: como podemos manter a nossa humanidade no mundo laboral contemporâneo? O ritmo durante a semana é tão absorvente que muitas pessoas parecem viver apenas ao fim de semana. Sentem que o trabalho está a tornar-se cada vez mais um fardo e temem perder a alegria, sucumbindo à pressão das exigências modernas. A partir de narrativas bíblicas, o autor descreve 25 atitudes que podem ajudar a enfrentar os desafios profissionais.»
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  O caminho do Homem 
  Martin Buber 
«Martin Buber foi um dos mais importantes pensadores religiosos de todo o século XX. Neste livro conciso e admirável, o autor apresenta os ensinamentos essenciais do hassidismo, aquele movimento místico judaico que varreu a Europa Oriental entre os séculos XVIII e XIX. Entrecortando histórias e ditos de espírito com as próprias interpretações únicas de Buber, "O caminho do Homem" propõe-nos uma forma de nos entendermos a nós mesmos e ao nosso lugar num mundo espiritual. "Há algo", sugere ele, "que só se pode encontrar num único lugar do mundo. É um grande tesouro: pode dar-se-lhe o nome de realização da existência. E o lugar onde se encontra este tesouro é o lugar onde se está." (...) Uma leitura verdadeiramente pascal.»
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  O irmão inacabado. Charles de Foucauld 
  Margarita Saldaña Mostajo 
«As páginas deste livro revelam a história de Charles de Foucauld "o irmão universal" (...). Apresentamos o esboço biográfico e espiritual de um homem que irradiou Cristo e que, mesmo depois da morte, continuou a inspirar outros a seguir o caminho cristão. A vida deste santo é apresentada pelo papa Francisco como paradigma da amizade social e da fraternidade universal.»
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  A vocação dos padres perante as crises 
  François-Xavier Bustill 
«O período que nós vivemos não é simples. Os padres, também eles, vivem o seu ministério numa época de incertezas. Estas incertezas podem suscitar tanto medos como entusiasmos. A missão do padre não é conseguir salvar o mundo com táticas e estratégias missionárias, mas conseguir viver com paixão a sua vocação. Se o mundo prega a produção e o êxito, o Evangelho prega a fecundidade. O autor propõe revisitar a ordenação sacerdotal, como um regresso às fontes, para responder aos desafios laboriosos do nosso tempo. As crises encorajam os padres a velar pela sua humanidade, a cuidar da sua interioridade, a cultivar os desejos e a não sufocar os seus sonhos. Trata-se de um vocação formidável, sinal num mundo em busca de referências.»
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  O rosto inacabado. Aproximações ao Rosto de Cristo e do Homem 
  Mário Rui de Oliveira 
«Monsenhor Mário Rui de Oliveira oferece-nos este belo texto espiritual, proposto no âmbito de uma experiência de retiro. Fazer retiro é como preparar-se para um grande encontro. Na verdade, retiramo-nos só para estarmos mais seguros de contemplar o rosto de Deus e de sermos contemplados por Ele. Nesta busca incessante: "o cristianismo, religião dos rostos, é um contínuo reenvio ao Rosto dos rostos, ao Arquétipo de todos os ícones, para decifrar na sua beleza o enigma do semblante em construção de cada homem e mulher. O ícone do Rosto de Jesus é o lugar epifânico por excelência e o seu olhar revela a nossa natureza e o nosso destino: Deus, com efeito, fez-se homem, para que o homem se torne Deus".»
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  O lugar da água e da luz. Estudo teológico e pastoral do Batistério 
  Luís Lencastre 
«O batistério é o lugar onde ocorre aquele que é o basilar evento sacramental da vida cristã. O pórtico da inserção no mistério de Cristo e da Igreja, que pelas águas do Batismo, fecundadas pela ação do Espírito Santo, dá à luz novos filhos. O objetivo desta reflexão é valorizar o lugar do Batismo, como um espaço essencial para a celebração deste sacramento e para a vivência da fé, onde todos os elementos devem ser expressão do mistério que ali se celebra.»
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  Reconstruir o rumor de Deus. Para uma teologia estética da revelação 
  Miguel Rodrigues 
«À sombra de uma multiplicidade de mediações, sustentamos a experiência estética como paradigma para a reconstrução da catedral, expressão inaugurada por Rui Chafes, estendida para a reconstrução da experiência humana na sua capacidade de abertura ao poético divino que interpela ao sublime desde o fragmento. O esplendor da obra de arte, como mediação para a dizibilidade divina, suscita variadas expressões, emoções e sentimentos que, entre outras dimensões possibilitadoras de uma experiência reconstruída e renovada, catalisam para a força de uma ação que ausculta o rumor do não visível, marca indelével de uma profícua iluminação do quotidiano habitado por Deus.»
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  Reaviva o dom que há em ti. O ministério ordenado nas Cartas a Timóteo e Tito 
  Joaquim Domingos Areais 
«Nas Cartas Pastorais, Paulo apresenta-nos a figura do Pastor da Igreja, como guia afetuoso, compreensivo, atento ao essencial, que não se distrai com ilusões ou fantasias, realista, fraterno e com os pés bem assentes na terra. Homem vigilante, que não corre atrás de falsas promessas nem se deixa enganar facilmente, capaz de infundir coragem e esperança, como o Servo de Javé (cf. 2Tm 2,22-26), que faz do serviço a sua missão. Esta imagem do Pastor é também essencial, nos dias de hoje, que precisa de pastores, segundo o coração de Cristo, promotores do diálogo, escutando e animando, no serviço do anúncio fiel do Evangelho e dos mais frágeis, numa Igreja, que olha para os vastos horizontes do futuro com fé e esperança, compreendendo os tempos da paciência de Deus.»
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  Temas de Ética 
  António Bagão Félix, Paulo Otero, Pedro Afonso, Victor Gil (coord.) 
«"Temas de Ética – Reflexões e Desafios" é o resultado do propósito de contribuir para uma maior consciencialização dos imperativos axiológicos e, consequentemente, para uma ética intensiva, responsável e desafiante, uma ética verdadeiramente amiga da pessoa. Com esta iniciativa, apresentam-se abordagens, reflexões, estudos e contributos centrados na imprescindível conjugação entre direitos e deveres, no fortalecimento do sentido de responsabilidade, no primado da virtude e da exemplaridade, como razão de ser de todas as formas de relacionamento e de liderança.»
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  Contra a guerra. A coragem de construir a paz 
  Papa Francisco 
«A paz é muito mais do que a ausência de guerra. A palavra bíblica shalom indica uma condição de plenitude de vida que a violência destrói e aniquila pela raiz. Igualmente radical é a reflexão que o Papa Francisco nos oferece nestas páginas, nas quais defende a necessidade da fraternidade e denuncia o absurdo da guerra. Páginas imbuídas da dor das vítimas na Ucrânia, dos rostos daqueles que sofreram no conflito no Iraque, dos eventos históricos de Hiroxima, e até da herança, infelizmente inédita, dos dois conflitos mundiais do século XX. Francisco não poupa ninguém e menciona a ganância dos poderes nas relações internacionais dominadas pela força militar, na ostentação dos arsenais bélicos as motivações profundas daqueles que estão por trás dos conflitos que tingem o planeta de sangue.»
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  Ama-te como Deus te ama. A fonte da autoestima 
  Jesús María Silva Castignani 
«Espero que este livro também ajude os leitores a ultrapassar as dificuldades que há quer em relação aos diretores espirituais, quer, também, em relação aos psicólogos. Se é natural que quando alguém tem um problema no estômago deve procurar um gastroenterologista, porque não é natural que se tenho um problema emocional devo procurar um psicólogo ou se tenho um problema espiritual devo procurar um sacerdote ou outra pessoa especializada em questões espirituais? Seria o mesmo que querer curar uma perna partida sem fazer exames e sem se sujeitar a tratamentos. Deste modo, julgo que este livro, agora traduzido para português, é também muito pertinente em oferecer uma visão integral a respeito do ser humano. Talvez hoje seja mais necessário do que em outros tempos ver o ser humano como um todo que necessita de atenção, cuidado e processos de cura e restabelecimento.»
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  Noé e o Anjo da Guarda 
  Joana Varela 
«Nesta bela história vamos encontrar o esperto Noé, que é um gato que adora a sua dona e que está sempre pronto para a proteger de tudo e de todos. A sua constante curiosidade leva-o a conhecer um Anjo da Guarda e com ele descobre um mundo mágico e aprende que acreditar é suficiente para se sentir protegido. Deste encontro improvável nasce uma amizade carinhosa e sincera. Mas nasce também uma importante missão, que tem tudo de maravilhoso e de extraordinário. O Noé foi muito mais que um gato na vida da Joana. Foi um amigo e um companheiro em todos os momentos.»
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  Mudar. Guia prático e apaixonado para paróquias transformadas 
  Grupo de Sacerdotes e Leigos 
«Este "guia prático e apaixonado" é particularmente precioso. É o fruto das iniciativas, da reflexão e da oração de sacerdotes e leigos, homens e mulheres, decididos a procurar novas vias para anunciar, no nosso tempo, a novidade eterna de Cristo. (...) Não se trata de revolução, com a violência e a superficialidade tantas vezes veiculadas por esse termo, mas de conversão, de transformação profunda, para ser portadora de uma fecundidade duradoura. Este livro ajudará as paróquias, grupos, movimentos, leigos e leigas, ministros ordenados e leigos a pensarem um jeito novo de ser e atuar na comunidade de fé. Não é só preciso mudar ou adaptar as estruturas, mas também a mentalidade, pois, em Cristo, tudo se renova (cf. Ap 21, 5).»
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  A Ciência da Cruz em Tempos de Pandemia(s). A espiritualidade do mistério redentor da cruz em Edith Stein 
  António José Gomes Machado 
«Este pequeno livro de António Gomes Machado tem uma pretensão: ajudar a ultrapassar, sem alarde, o muro da contradição e do medo. Não é só a pandemia que nos impede de sorrir, mas qualquer tempo sem caminho, uma curva perigosa, um inimigo oculto. Nada melhor do que estar bem acompanhado. Vamos com Edith Stein, Santa Teresa Benedita da Cruz, na riqueza multiforme dos seus dons, mulher de sabedoria e de ciência, servidora de Cristo, fiel à Verdade que sempre procurou apaixonadamente, mártir do Amor incondicional a Deus e ao seu Povo. Que a leitura deste livro desperte, mais uma vez, a certeza da fé, alicerçada no amor de Cristo que tudo vence. E reforce o desejo profundo de nos deixarmos ensinar, pelos escritos de Edith Stein, na ciência da Cruz.»
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  O casal imperfeito. E se também os defeitos fossem um ingrediente do amor? 
  Mariolina Ceriotti Migliarese 
«Este livro nasceu do desejo de fornecer reflexões para se voltar a entender o sentido pleno de uma "relação para sempre" que o casamento deveria representar, e que infelizmente se perdeu: creio, com efeito, que não existe aventura humana mais profunda, envolvente e apaixonante do que a que se pode desenvolver na vida de duas pessoas que decidem seriamente unir-se até à morte. Não se trata certamente de uma aventura fácil, nem sempre e só agradável, porque como todas as grandes aventuras contém insídias, momentos de desorientação, sofrimento, incertezas. Trata-se, contudo, de uma grande aventura, ou pelo menos tem em si todas as características para poder sair da banalidade diletante em que a relação homem-mulher foi escorregando, se a voltarmos a ler no seu significado originário.»
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  Dar a vida pela obra do outro 
  Luigi Giussani 
«O autor mostra-nos, com grande intensidade de reflexão, como na cultura do nosso tempo se deu uma separação do sentido da vida da experiência. Mesmo onde Deus continua a aparecer, já não é concebido como sentido da vida, mas como uma “entidade” que não tem relação com a ação do homem; da mesma maneira, a realidade é esvaziada do seu sentido e da sua função de sinal. Relacionado com isto, temos a redução do cristianismo a ética ou a mero discurso religioso: é proposto um Cristo sem Igreja, sem corpo na história e, assim, “falta à experiência que o homem faz de Cristo a possibilidade de verificação da sua contemporaneidade, ou seja, da verdade daquilo que Ele disse de Si”. Donde repartir, então?»
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  Do Fanatismo. Quando a religião está doente 
  Adrien Candiard 
«Contra a crença que conduz ao fanatismo, Adrien Candiard apela à fé que ilumina a razão. Uma brilhantíssima e salutar demonstração. Uma obra como remédio e prescrita sem moderação. Autor espiritual com dezenas de milhares de leitores, Adrien Candiard questiona o choque entre as culturas, mostrando-nos porquê e como não entendemos nada sobre o islão. O frade dominicano que vive no Cairo, na encruzilhada de mundos e civilizações, regressa ao grande escândalo dos nossos tempos. Que Deus invocam os fanáticos que excomungam, perseguem e matam em seu nome? O que diz de nós, do nosso planeta, do nosso futuro, uma tal traição? E, sobretudo, como uma fé pode ser vivenciada com paixão sem se virar para a exclusão?»
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  A Eucaristia, o Sacerdócio, e Jesus, o Filho 
  D. António Couto 
«O próprio autor apresenta o seu trabalho como "uma peça em quatro atos, como acontece na escrita ou no teatro. Mas também pode assemelhar-se a uma peça de linho ou a um tapete, que a minha avó tecia, e eu via, naquele velho tear da loja da minha casa. Ou a uma peça de roupa, que a minha mãe costurava com hábeis mãos e entranhas maternais". Os capítulos que compõem esta obra intitulam-se: "Eucaristia. Círculo de Bem, de Bondade e de Beleza" (1); "Há de cumprir-se o sacerdócio" (2); "O Padre, ministro e testemunha da Palavra" (3); "A identidade de Jesus, 'o Filho', e a visão de Deus" (4).»
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  Erótica e Materna. Viagem no universo feminino 
  Mariolina Ceriotti Migliarese 
«Este livro traz a reflexão sobre o feminino como uma urgência dos nossos tempos tão complexos: na realidade, a mulher não é apenas «a outra metade do céu, mas é também aquela parte da humanidade que consente (ou não) o acesso à vida. O homem ganha forma no seu corpo e na sua mente, nutre-se dela, aprende a primeira e fundamental linguagem da relação graças ao intercâmbio empático com ela. A mulher conduz a criança que leva no seu ventre da simbiose (do um) à relação (ao dois), e o seu assentimento é crucial para que o filho possa aceder ao três, número do pai e código do crescimento. A mulher deveria ser a companheira do homem, em absoluta paridade de valor e na profunda diferença do ser. Nunca como hoje estivemos tão próximos da possibilidade de compreender a igualdade de valor entre os sexos, a sua reciprocidade na diferença; e, no entanto, nunca como hoje estivemos tão distantes disso, extraviados e confundidos por uma cultura que nega o valor da diferença.»
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  Meu Deus, como és bom. A vida e a mensagem de Carlos de Foucauld 
  Andrea Mandonico 
«A biografia do Beato Charles De Foucauld, do padre Andrea Mandonico, destaca os pontos principais de sua espiritualidade e cuidado pastoral. O autor abre seu ensaio com um aprofundado estudo do tempo e da história do século em que vive o beato e continua a traçar seu perfil biográfico e místico. O fascínio que os nossos beatos exercem ainda hoje na Igreja e fora dela reside em "ter proposto um puro retorno ao Evangelho" (da Introdução). (...) A Edição portuguesa conta com nota do professor Dr. Pe. José Manuel Pereira, Vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa.»
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  O que é a religião? 75 perguntas e respostas sobre a fé 
  Anselm Grün 
«Numa linguagem direta, simples e, acima de tudo, esclarecedora do seu pensamento, Anselm Grün traz-nos as suas respostas a 75 perguntas que todos fazemos quando falamos da nossa relação com Deus. Serão a fé e a religião a mesma coisa? Existem provas da existência de Deus? Será possível entender a Bíblia hoje em dia? Jesus é uma personagem histórica? É verdade que tenho uma alma? Há uma vida antes do nascimento? Como funciona a oração? Por que razão existem tantas Igrejas? Estas são apenas algumas das pertinentes questões organizadas pelas oito temáticas que compõem este livro: Fé, Deus, Bíblia, Jesus, Ser Humano, Morte e Eternidade, Prática, e Igreja.»
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  Bom caminho para Santiago- Caminho português da Via da Prata 
  José A. V. Carreto 
«O Caminho Português da Via da Prata – variante da Via de la Plata, o maior caminho peninsular a partir de Sevilha –, visa encurtar a distância para Santiago de Compostela e evitar as agruras dos Caminhos Sanabrês e Francês, e percorre em Portugal o Nordeste Transmontano com início na fronteira de Quintanilha (Bragança) e término em Segirei (Chaves) depois de atravessar Vinhais. Nele se condensa a beleza natural e toda a espiritualidade que o caminho com o seu silêncio transmite e manifesta no peregrino. (...) O Caminho está pronto a ser calcorreado por todos os peregrinos apoiados pelos albergues municipais e mostra-se com toda a potencialidade peregrina através das suas igrejas, mosteiros e santuários, aberto a revelar-nos os seus segredos e a permitir-nos decifrar os seus mistérios.»
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Sinopses fornecidas pelas editoras
Edição: Rui Jorge Martins
Atualizado em 06.09.2022

 

 

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