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Papa reza pelas religiosas que arriscam e dão a vida pelos doentes e pobres

O papa ofereceu a missa a que presidiu esta manhã pelas religiosas que estão ao lado dos doentes e dos pobres, recordando, em particular, as Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo, que desde há quase um século são as responsáveis por um dispensário no Vaticano para as famílias carenciadas.

«Hoje, festa da Incarnação do Senhor, as irmãs Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo, que dirigem e prestam serviço no dispensário de Santa Marta há 98 anos, estão aqui, na missa, renovam os votos juntamente com as suas irmãs em todo o lado do mundo. Gostaria de oferecer a missa, hoje, por elas, pela Congregação que trabalha sempre com os doentes, os mais pobres, como aqui, e por todas as irmãs que estão a trabalhar neste momento, acudindo aos doentes e também arriscando a vida e dando a vida», disse Francisco antes do início da celebração.

Na homilia, o papa centrou-se no Evangelho proclamado nas missas desta quarta-feira (Lucas 1,26-38)

«O evangelista Lucas só podia conhecer isto a partir do que Nossa Senhora contou. Escutando Lucas, escutámos Nossa Senhora que descreve este mistério. Estamos perante o mistério. Talvez o melhor que podemos fazer agora é reler este passo, pensando que foi Nossa Senhora a contá-lo:

“Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo’. Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o anjo: ‘Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim’. Maria disse ao anjo: ‘Como será isto, se eu não conheço homem?’. O anjo respondeu-lhe: ‘O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível’. Maria disse então: ‘Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra’. E o anjo deixou-a”.

Este é o mistério», concluiu o papa.

Francisco terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística, convidando à comunhão espiritual com esta prece:

«Aos teus pés, ó meu Jesus, me prostro e te ofereço o arrependimento do meu coração contrito, que se abisma no seu nada e na tua santa presença. Adoro-te no sacramento do teu amor, a inefável Eucaristia. Desejo receber-te na pobre morada que e oferece o meu coração. Na expetativa da felicidade da comunhão sacramental, quero possuir-te em espírito. Vem a mim, ó meu Jesus, que eu vá até ti. Possa o teu amor inflamar todo o meu ser, para a vida e para a morte. Creio em ti, espero em ti, amo-te. Assim seja».








 

In Vatican News
Trad.: Rui Jorge Martins
Imagem: addPhotographer/Bigstock.com
Publicado em 25.03.2020

 

 
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