O confidente do Sacrário. Biografia do padre Abílio Gomes Correia M. Fernando Silva «"Dai-me uma hóstia e só ela me basta!" "O confidente do Sacrário" dá a conhecer aos leitores a discreta figura de Abílio Gomes Correia (1882–1967), conhecido como o «Apóstolo da Eucaristia» pelo seu labor incansável na promoção apaixonada da devoção ao Santíssimo. Pioneiro na introdução entre nós de uma série de práticas de piedade eucarística, a ele se deve a realização do primeiro Congresso Eucarístico Nacional, cujo centenário se assinala justamente este ano. Pastor fiel à comunidade pobre e periférica que lhe foi confiada (São Mamede d’Este, Braga), reconstruiu-a espiritualmente sobre o amor a Jesus sacramentado. Esta biografia permite abeirarmo-nos deste sacerdote extraordinário atualmente a caminho dos altares, contextualizando o homem no seu tempo e repropondo-o como modelo perene de vida cristã.»
A princesa pobre. História de Santa Joana, Princesa Maria Teresa Maia Gonzalez «Uma nova história da conhecida Maria Teresa Maia Gonzalez acerca de uma das mais singulares santas portuguesas que explora também com refinada sensibilidade, a partir da perspetiva da criança, temas como a ausência paterna, a relação entre gerações e a difícil despedida da infância.»
Orar com os Salmos Gianfranco Ravasi «Na sua riqueza multicolor, o livro dos salmos oferece ao cristão orações plenas de poesia apropriadas a qualquer circunstância da vida. O cardeal Ravasi, autor do presente livro, apresenta-nos um conjunto alargado de salmos e comenta-os brevemente, trazendo ao de cima a capacidade expressiva e a força existencial destes textos perenes que o próprio Jesus repetidamente rezou.»
Rezar hoje. Um desafio a vencer Angelo Comastri «Como preparação para o Jubileu do próximo ano, o papa Francisco proclamou 2024 o Ano da Oração. Para ajudar os fiéis a melhor responder ao repto do Santo Padre, o Dicastério para a Evangelização preparou um conjunto de pequenos textos que aprofundam as diversas dimensões do ato cristão de orar, escritos por autores de renome. "Rezar hoje" é o primeiro livro dessa série. O cardeal Comastri, o seu autor, expõe, com uma urgência apaixonada, a absoluta necessidade da oração, encontro redentor entre o ser humano pecador e Deus, infatigável no amor. Comastri insiste particularmente, com testemunhos, na eficácia da oração continuada e revela-a como a fonte viva de que manava a ação de dois dos mais amados santos de sempre, em cujo exemplo se demora: Francisco e Madre Teresa de Calcutá.»
Fora do diálogo não há salvação Frei Bento Domingues, O.P. «Contrariando os que preferem ver o discurso teológico dentro dos muros do privado, Frei Bento Domingues concebe o seu discurso teológico como participação na vida coletiva, mas sem nunca entrar no "mercado contemporâneo das espiritualidades", porque não se oferece para "múltiplas traduções do discurso crente em ideologias do bem-estar interior". Na entrevista que encerra este volume, Frei Bento Domingues diz a frase que lhe dá título e que resume a sua prática pessoal de muitos anos, e com muitos interlocutores: "fora do diálogo não há salvação". Este é o método que Frei Bento Domingues nos desafia a usar na nossa relação com Deus e com o Mundo.»
A performatividade da memória em lugares religiosos Frederico Dinis «Partindo da confluência entre o som e a imagem este livro inclui uma ampla base de investigação-criação que explora lugares religiosos, na sua relação com representações da memória, interrogando o lugar estético dos estudos de religião e da performance audiovisual na atualidade enquanto instrumentos essenciais para descobrir novas formas de compreender o nosso mundo e a cultura contemporânea.»
A misericórdia como categoria política. Cuidar da fragilidade das pessoas e dos povos Cristina Sá Carvalho «Podem as democracias salvar-se e promover um desenvolvimento integral de pessoas, de organizações e de comunidades? Como podemos aprender a viver juntos no contexto de uma crise tão profunda? John Dewey ensinou que a causa da democracia é a causa moral da dignidade e do valor do indivíduo. O Papa Francisco lembra que somos irmãos e que por isso não devemos considerar o outro como um inimigo nem um adversário a eliminar. Mostra-nos que o desenvolvimento integral é aquele que integra todas as pessoas numa Cultura de Encontro e de diálogo, num Estilo de Vida que se rege pela Misericórdia como a categoria política fundamental.»
O catolicismo português em diáspora. Agentes, instituições e sensibilidades religiosas Adélio Fernando Abreu, Luís Carlos Amaral (orgs.) «O catolicismo português desenvolveu-se no curso da história numa teia de relações que ultrapassaram as fronteiras do território continental português, tanto na vinculação à sede romana e na abertura a outros influxos reciprocamente estabelecidos em contexto europeu, como também graças às dinâmicas de evangelização decorrentes da expansão portuguesa, em regime de padroado, a partir da época moderna, designadamente em África, na Ásia e no Brasil. A universalidade que sempre marcou a fé católica concretizou-se numa pluralidade de geografias e culturas (...), numa modulação recíproca dos agentes pastorais, das instituições eclesiais e das sensibilidades religiosas.»
Parecer e ser. "Excursus" vital de D. António Paes Godinho, Bispo de Nanquim José António Falcão «Resultado de um profundo trabalho de investigação, o livro traz para a ribalta uma das mais influentes personalidades do Portugal do tempo de D. João V. Recusando o aparato mundano dos prelados da sua época, este bispo faz parte do nosso imaginário colectivo e influenciou também as relações com a China, entre muitos outros traços que contribuíram para lhe perpetuar a memória entre os contemporâneos.»
De noite iremos. Reflexões bíblicas sobre o Tríduo Pascal Marta García Fernández «Expressões como "o lava-pés", "a paixão do Senhor", "a ressurreição" ainda fazem parte da vida dos católicos, mas já terão sido meditadas e, sobretudo, vividas com a densidade dos eventos primeiros, aqueles que nos constituem como humanos e cristãos? "De noite iremos" propõe-se ajudar o leitor a dar esse passo – da indiferença à reflexão e da reflexão à vida. E fá-lo recorrendo a três pontos de partida pouco comuns: o livro de Christian Bobin "Le très bas" ("O baíxissimo") para entrar no "lava-pés"; a poesia de Francisco Brines, sob o lema "Onde morre a morte", para experimentar a Paixão; a expressão bíblica "ver uma voz" (do Livro do Êxodo), para percorrer o Sábado Santo até à Ressurreição.»
O tesouro da Eucaristia Dário Pedroso, sj «Diante do pão e do vinho eucarísticos, falámos de "presença real". E por muito que estas palavras sejam pobres para dizer o mistério, são justas: trata-se de uma "presença" sacramental e esta presença é "real" – Jesus Cristo está verdadeiramente presente, o pão já não é pão e o vinho já não é vinho, são Deus dado a cada um de nós. Nesta obra, o P. Dário Pedroso, sj, com a sua imensa sabedoria espiritual, convida o leitor a rezar e meditar a divina presença eucarística, entrando em diálogo com o Santíssimo Sacramento, que não é uma coisa, é a Trindade Santa, o Deus único e verdadeiro, despido de todos os seus atributos divinos, até nos aparecer sob a forma de pão.»
Perguntas a Deus José Luís Nunes Martins «Muitas vezes o que procura não está na resposta, mas sim na pergunta que faz – uma pergunta que o poderá levar a um crescimento interior maior. "Perguntas a Deus" leva-o numa viagem de silêncio, de introspeção, ao encontro da verdade e do sentido da vida. Permita-se o desafio de escolher uma carta ao acaso, reflita sobre a pergunta apresentada, e seja honesto nessa reflexão, na crença de que Deus o ouve. Nenhuma oração muda a vontade de Deus, mas qualquer prece pode mudar quem a faz.»
Perguntas de Deus, perguntas a Deus. Em diálogo com as Escrituras Łukasz Popko, Timothy Radcliffe «Não há conversa genuína sem perguntas verdadeiras. O nosso Deus questiona-nos, desde o primeiro diálogo entre Deus e a Humanidade, na Bíblia, quando Deus pergunta a Adão: "Onde estás?", até ao Senhor Ressuscitado, interpelando Pedro na praia: "Amas-me tu, mais do que estes?". Mas a humanidade também questiona Deus, como no audacioso questionamento de Jesus pela mulher samaritana junto ao poço. Neste processo de questionamento mútuo, a humanidade é atraída cada vez mais profundamente para a vida de Deus, o diálogo eterno da Trindade.»
A Encíclica das crianças. Reeducar o mundo dos adultos Aldo Cagnoli, Enzo Fortunato, Papa Francisco (prefácio) «Livro dedicado às crianças que aborda o tema da ecologia e a importância do cuidado com o Planeta e a Criação. A primeira parte (...) dirige-se aos adultos através de quatro palavras-chave – herdar, conectar, partilhar e doar – queremos sensibilizar os adultos e explicar-lhes como é importante educar as crianças para cuidar e respeitar o planeta, definido na Encíclica como «a nossa casa comum». A segunda parte (...) dirige-se diretamente às crianças através de uma história ilustrada dividida em quatro capítulos. Uma história de conversão que ensina como a natureza é um bem precioso para todos e que o amor e o perdão são mais fortes do que o ódio e a vingança.»
A cura pela reconciliação D. Nuno Almeida «É exigente a reconciliação que os tempos atuais reclamam, não esquecendo a sua dupla face: uma individual, perante vidas destroçadas que só um caminho espiritual pode recompor e outra social, que passa por processos de reconciliação e pelas diferentes estruturas da sociedade. Mesmo se cabe ao Estado um papel importante, ao oferecer uma amnistia ou ao castigar os agressores, este não pode garantir o perdão. Intuímos, desde já, a importância do ministério de reconciliação que foi confiado às igrejas.»
25 de Abril: permanências, ruturas e recomposições Coordenação: Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa
Secularização – Genealogias, Modelos e Debates Jorge Botelho Moniz «O lugar da religião nas sociedades modernas e a sua compreensão, a secularização, continua a ser um campo de debate profícuo, mas irresolúvel. Esta monografia procura fazer uma epistemologia da secularização, atualizando a discussão em torno do binómio religião-modernidade e olhando para a genealogia da secularização, para os seus modelos teóricos e para novas lentes que permitam a sua compreensão contemporânea. Percorrem-se debates tradicionais e modernos, avança-se com uma nova proposta metodológica e propõe-se uma visão renovada sobre o fenómeno de deslocação e recomposição da religião em sociedades marcadas pela diversidade cultural.»
Vem para fora! A promessa do maior milagre de Jesus James Martin, sj «[O livro] explora a história do maior milagre de Jesus – a ressurreição de Lázaro dos mortos. Ele faz uma fusão entre a exegese bíblica com reflexões diferenciadas sobre a história de Lázaro, representada na cultura mais ampla da arte, da literatura, do cinema. (...) De forma meditativa e cuidadosa, o autor conduz-nos, versículo a versículo, oferecendo reflexões profundas sobre as lições de Jesus sobre amor, família, amizade, tristeza, frustração, medo, raiva, liberdade e alegria. Assim, James Martin ajuda-nos a abandonarmos as crenças limitantes que nos impedem de experienciar a presença de Deus em nossas vidas.»
No meu posto de sentinela o dia inteiro António Couto «[Esta obra] é uma reflexão e contemplação que convida o leitor a olhar para o mundo à luz da Palavra de Deus. O livro é dividido em cinco partes: a primeira centra-se na figura de Maria, a segunda reúne cenários bíblicos, a terceira analisa acontecimentos do nosso tempo, a quarta apresenta reflexões sobre o mundo atual e a quinta reúne histórias encantatórias de inspiração hassídica. António Couto escreve num estilo que percorre a prosa poética e a poesia, permeado pela Escritura, pela sabedoria e pelo olhar da realidade e da cultura. Esta obra é um convite a uma leitura pausada e reflexiva, que pode trazer ao leitor alimento espiritual e inspiração para a vida quotidiana.»
Identidade e Família. Entre a consistência da tradição e as exigências da modernidade António Bagão Félix, Victor Gil, Pedro Afonso, Paulo Otero (coord.) «De todas as sociedades humanas, a família é a única natural, universal e intemporal. Por isso, este livro lhe é dedicado. Apesar de a sociedade estar em constante mudança e de os avanços científicos obrigarem a uma permanente actualização, existe um conjunto de princípios éticos que não são negociáveis, mas sim intemporais. Em "Identidade e Família", coordenado pelos fundadores do Movimento Acção Ética, duas dezenas de autores dos mais diversos quadrantes da sociedade portuguesa, com estilos e experiências marcadamente diferentes, contribuem para um perfil ético da vida em sociedade, destacando, em particular, a instituição familiar.»
Cristianismo e marxismo em debate nos anos 70. Um diálogo entre o padre João Resina e o filósofo Sottomayor Cardia António Araújo, António Marujo, Carlos Leone, José Pedro Castanheira, Pedro J. Silva Rei «Neste livro, José Pedro Castanheira, aborda os 3 colóquios organizados pela JUC nos meses que antecederam o 25 de Abril (dos cinco previstos inicialmente, os últimos dois não se realizaram uma vez que se deu a queda do regime); a vigília pela Paz realizada na Capela do Rato em 73; a oposição estudantil e de diversos setores da Igreja à Guerra Colonial. Focando-se no primeiro colóquio, o autor consegue retratar a raiz da mudança na sociedade portuguesa. Foram intervenientes neste debate sobre Direitos Humanos e as relações entre Cristianismo e Marxismo, o Pe. Resina Rodrigues e Sottomayor Cardia.»
O que quero dizer ao morrer Maria Margarida Teixeira «Maria Margarida Teixeira dá a conhecer o modo pessoal de viver a Oncologia, inspirado numa prática com rosto humano que pretende preservar os valores essenciais da Medicina no acompanhamento de pessoas com doença avançada. A história dos últimos tempos de vida de cada uma das pessoas deste livro abre os nossos olhos para outra dimensão e faz-nos acreditar que há muita vida no fim de uma vida. Neste livro abordam-se temas tão diversos como a esperança, o amor, a transcendência, a permissão de morrer, o ritual do fim de vida, a força da ternura, o controlo sintomático, os mitos da medicina, a impotência dos médicos, o pedido para morrer e o hospital onde se morre.»
GPS Aquino. Pequeno guia para a leitura de São Tomás Duarte da Cunha, João César das Neves «Os autores deste livro, que foi pensado especialmente para os jovens mas é acessível a todos os leitores, pretendem oferecer uma introdução acessível à magistral obra de São Tomás de Aquino, defendendo que uma vida bem informada e culta exige diálogo e familiaridade com os maiores espíritos que povoaram a história humana, como é o caso deste incontornável santo e doutor da Igreja Católica. (...) [O objetivo desta obra é] ajudar a vencer bloqueios, funcionando como um GPS para orientação do leitor dentro da vida e da obra do mestre de Aquino(...).»
Via-sacra da JMJ Lisboa 2023 AA. VV. «Um momento intenso de oração, presidido pelo Papa Francisco, ao qual assistiram milhares de pessoas. Nesta publicação incluímos os textos e os desenhos que ajudaram os jovens a fazer com Cristo o Caminho da Cruz. Segundo D. Américo Aguiar, "os textos traziam a beleza das palavras genuínas, intensas e verdadeiras dos jovens, quando falam livre e seriamente" (...). Para o P. Nuno Branco, sj, autor dos desenhos, "a forma como o livro se apresenta diante de nós expressa um cuidado e uma intenção: que o caminho percorrido pelo Senhor possa ser reconhecido e encontrado na história contemporânea das nossas vidas".»
Anatomia da Fé - Introdução pós-moderna ao cristianismo José Miguel Cardoso «Se o conhecimento, em geral, parte dos sentidos do corpo humano (Aristóteles), então uma via plausível para também se falar (do mistério) de Deus passa pelos elementos do corpo humano (daí uma “anatomia da fé”). Aliás, nisto reside a diferença do cristianismo em relação a outras religiões: acreditamos num Deus que assume a nossa corporeidade humana (Jo 1,14), ao revelar-se de um modo pleno na pessoa de Jesus Cristo. Com base nestes pressupostos, a obra debruça-se sobre oito elementos do corpo humano (olhos, ouvidos, boca, nariz, mãos, pés, cabelo e coração), a partir dos quais relança alguns conteúdos centrais da fé cristã, sendo uma autêntica “introdução pós-moderna ao cristianismo”.»
Introdução à Semana Santa Mario Castellano «O livro demonstra a centralidade do Mistério Pascal, começando pela estrutura atual do Ano Litúrgico, passando pelo Tempo da Quaresma e chegando à Semana Santa. Da Semana Santa, inicialmente, segue-se a sua estruturação na história e na vida da comunidade cristã, oferecendo um auxílio para viver intensamente as celebrações litúrgicas desta semana e as do Tríduo do Cristo, crucificado, sepultado e ressuscitado.»
Nos passos de São Pedro Luiz Alexandre Solano Rossi «"Nos passos de São Pedro" é um convite à espiritualidade através do caminho do discipulado. Explora a figura de São Pedro como orientador, destacando a sua disposição para mudar e viver o seu discipulado de forma profunda. Pedro é apresentado como alguém humano, sujeito a emoções e mudanças de opinião, o que o torna próximo de nós. A sua consciência da própria humanidade é destacada, evidenciando as suas falhas e fragilidades. O desafio proposto é seguir as experiências de Pedro durante trinta dias, buscando reflexão e meditação diárias para repensar a própria vida à luz do discipulado.»
A sacramentalidade da celebração eucarística - Eterno "hodie" D. José Manuel Cordeiro «A celebração da Eucaristia é o eterno "hodie" na vida da Igreja. "Hodie" refere-se ao eterno “hoje” da liturgia, na qual se torna presente o único e mesmo mistério de Cristo. A Igreja vive da liturgia. Esta é a sua dimensão decisiva, não exclusiva. A liturgia é a primeira escola da fé e da vida espiritual. Nela, deixamos de falar sobre Deus, para falarmos a Deus e agirmos em Deus. A liturgia não é rito, nem mera execução de rubricas, mas ethos e, fundamentalmente uma arte da ação. A liturgia é, igualmente, transmissão da fé. A Igreja transmite a fé, celebrando a liturgia.»
Crescer com Jesus Domingas Brito, José Maria Brito, sj «Um livro que reúne textos publicados durante dois anos na revista "Mensageiro do Coração de Jesus", escritos por mãe e filho. Através dos textos, Domingas Brito, docente ao longo de vários anos na Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti (ESEPF), reformada, e o filho, José Maria Brito, padre jesuíta, procuram dar pistas e ajudas para quem necessita de se exercitar na arte da transmissão da fé às crianças, pensando em especial nas crianças até aos seis anos.»
Moçambique da colonização à guerra colonial. A intervenção da Igreja Católica Amadeu Araújo, Manuel Vilas Boas «O livro destaca os encontros e desencontros, dos povos, a partir dos finais do séc. XV, nas praias do Índico, onde se cruzaram as caravelas de Vasco da Gama, com outras línguas, culturas e religiões, ao longo da mítica Rota da Seda à intervenção da Igreja Católica, no longo período que antecedeu a Independência de Moçambique, de modo especial nas dioceses da Beira, Tete e Nampula. Também se evocam os factos que marcaram a ação da Igreja pela denúncia de massacres perpetrados pelas Forças Armadas Portuguesas, bem como os desmandos da revolução marxista-leninista que se instalou na República Popular de Moçambique, após a Independência. Recordam-se ainda personagens essenciais, antes e depois do 25 Abril, como a expulsão do bispo de Nampula, D. Manuel Vieira Pinto, dos missionários Brancos e de Burgos, e ainda os missionários Combonianos.» Nota introdutória do Gen. Ramalho Eanes.
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