

Prémio Árvore da Vida
Título: Antão, o invisível
Realizadores: Maya Kosa, Sérgio da Costa
Duração: 0h16
Ano: 2017
Título: Num globo de neve
Realizador: André Gil Mata
Duração: 0h10
Ano: 2017
Declaração do Júri (excertos)
O Prémio é atribuído às duas curtas metragens «pela simplicidade eficaz dos dispositivos utilizados», bem como «pela sinceridade desarmante das experiências e sentimentos» que apresentam. Os jurados foram também sensíveis à «importância» que os cineastas «dão à palavra», mostrando que ela permite «"ver"» - e «ver é difícil e implica um esforço». Os documentários destacam-se igualmente «pela atenção» que «revelam à dignidade da pessoa e a antecedência do outro», ao mesmo tempo que indicam «a importância do serviço e da relação». Em "Antão, o invisível", é realçado o «trabalho da mediadora do Museu, que acompanha e ajuda a ver», enquanto que no caso de "Num globo de neve", sobressai a «sentida ausência-presente da avó e da importância do seu amor, mostrando como se cruzam a vida pessoal e a história social numa cidade martirizada como Sarajevo». «Estes dois filmes são premiados pelo reduto de mistério e segredo que souberam preservar, e pela liberdade que dão ao espetador, implicando-o na sua construção.»
Júri
Inês Gil
Margarida Avillez Ataíde
Paulo Pires do Vale