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Igreja Católica distingue Roberto Carneiro com o Prémio Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes

A Igreja Católica atribuiu a Roberto Carneiro, antigo ministro da Educação, o Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes, criado há nove anos para distinguir um percurso ou obra que refletem o Humanismo e a experiência cristã.

«Numa época atormentada pela incerteza sobre o nosso presente nacional, e quando se assiste, de novo, à interrogação sobre as opções fundamentais, a personalidade do engenheiro Roberto Carneiro testemunha a aposta inequívoca a fazer na pessoa humana, a começar pela educação, base de todo o desenvolvimento verdadeiro e de qualquer cidadania que se pretenda assumida e ativa», lê-se na declaração do júri.

Os jurados do prémio, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e patrocinado pela Renascença, frisam que «as dificuldades e indefinições da conjuntura atual» não podem «comprometer o investimento no campo da educação».

A educação, assinala o texto, deve ser acompanhada por uma «reflexão profunda e permanente que estimule a sua qualidade, o seu horizonte personalista e integral», sem esquecer a «capacidade de dialogar não só com o presente, mas de projetar novas linhas de futuro».

Roberto Carneiro, de 66 anos, dedicou a vida à educação «com paixão, sabedoria e exemplaridade», numa biografia onde se encontram «razões de sobra para sublinhar e agradecer a fecundidade e o altíssimo mérito do seu percurso», assinalam os jurados.

O prémio, no valor de 2500 euros, a que se junta a escultura “Árvore da Vida”, concebida por Alberto Carneiro, vai ser entregue em sessão pública marcada para a próxima sexta-feira, 21 de junho, em Fátima, às 10h00, na abertura da 9.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, dedicada ao tema “Culturas Juvenis Emergentes”.

O júri teve a seguinte constituição: D. João Lavrador, vogal da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais; cónego João Aguiar, presidente do Conselho de Gerência da Rádio Renascença, que se fez representar; padre António Vaz Pinto S.J., diretor da revista “Brotéria”; Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, que se fez representar; Maria Teresa Dias Furtado, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; e José Tolentino Mendonça, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

Nas edições anteriores o Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes distinguiu o poeta Fernando Echevarria, o cientista Luís Archer s.j., o cineasta Manoel de Oliveira, a professora de Estudos Clássicos Maria Helena da Rocha Pereira, o político e intelectual Adriano Moreira, o trabalho de diálogo entre Evangelho e Cultura levado a cabo pela Diocese de Beja, o compositor Eurico Carrapatoso e o arquiteto Nuno Teotónio Pereira.


 

Rui Jorge Martins
Publicado em 14.06.2013 | Atualizado (mudança de grafismo da página) em 07.07.2025

 

 
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