

Fernando Santos, treinador de futebol que, entre outros títulos, se notabilizou ao serviço da Seleção Nacional ao vencer o Campeonato da Europa e a Liga das Nações, vai receber a 25 de setembro, no Estoril, concelho de Cascais, o Prémio de Cultura Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O Júri do Prémio sublinha que Fernando Santos, além de ser «uma referência do desporto português contemporâneo», é uma pessoa «que se destacou na vida familiar, no desempenho académico e profissional, como cidadão empenhado na defesa do bem comum e como engenheiro com provas dadas».
Os jurados reunidos para escolher a personalidade distinguida pelo Prémio referente a 2025 recordam que o premiado nasceu «no seio de uma família cristã, mas cedo se afastou da Igreja».
«Mais tarde, num momento difícil da sua carreira, reaproximou-se através da sua filha, que então se preparava para o crisma, e de um convite dos amigos para fazer um cursilho de cristandade», assinala a declaração.
No entender do júri, «o exemplo de Fernando Santos testemunha que a fé vivida com convicção é essencialmente uma forma de estar na vida, transmitida na vivência do quotidiano com naturalidade».
A Cerimónia de Entrega, que se realiza no hotel Palácio Estoril, entre as 18h00 e as 20h00 e é aberta ao público, começa com a saudação inicial e leitura da ata de atribuição do Prémio, por Isabel Maria Alçada Cardoso, diretora do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O programa prossegue com uma conversa entre Guilherme d’Oliveira Martins, administrador-executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, e o P. Nuno Coelho, pároco de Cascais, moderada por Raquel Abecasis.
A sessão continua com a “Laudatio”, proferida por D. Rui Valério, Patriarca de Lisboa, a entrega do Prémio – escultura “Árvore da Vida”, concebida por Alberto Carneiro – e a palavra de encerramento, por D. Nuno Brás, Bispo do Funchal e presidente da Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais.
O Prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes destaca anualmente, desde 2005, a excelência de personalidades, percursos e obras que refletem o humanismo e a experiência cristã no mundo contemporâneo.
O Júri desta edição foi presidido por D. Nuno Brás e teve como membros Guilherme d’Oliveira Martins, Maria Isabel Alçada Cardoso, Joana Carneiro, maestrina, e P. José Frazão Correia SJ, diretor da revista “Brotéria”.
O Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura é um organismo da Conferência Episcopal Portuguesa (Igreja Católica) que está integrado na Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais.
Convite | D.R.