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Seminário “Ora et labora” estuda «leituras, textos e autores beneditinos»

“Vocação e condição monástica na narrativa moderna” é o tema da conferência de abertura do quinto Seminário Internacional de Cabeceiras de Basto “Ora et labora – Refojos de Basto: Leituras, textos e autores beneditinos”, que será proferida pelo diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, José Carlos Seabra Pereira, membro da Comissão Científica da iniciativa.

O mosteiro de S. Miguel de Refojos é considerado «um símbolo expressivo» da «história cultural do Noroeste Ibérico e da multissecular construção de Portugal e da Europa», sendo exemplo «de “fé na cultura”», assinala o texto de apresentação do encontro, que decorre na próxima quinta e sexta-feira (29 e 30 de julho), em Cabeceiras de Basto.

O Seminário continua a focar-se «nos fundamentos, regra, quotidiano, condições de afirmação e vida da Ordem de S. Bento no seio da cristandade e das reformas intereclesiais», o que não significa que a contemporaneidade «fica de fora».

«A ficção literária dos nossos dias marcará presença e haverá lugar a que expressamente lembremos quanto os estudos beneditinos, particularmente os referentes a S. Miguel de Refojos de Basto, devem a um ilustre monge beneditino e multifacetado historiador», Geraldo Coelho Dias.



O documento mais antigo que fala sobre o mosteiro de Refojos de Basto data da primeira metade do século XII. O edifício atual, classificado como imóvel de interesse público, começou a ser reconstruído no século XVII



Depois da conferência inicial, segue-se a visita à livraria do mosteiro e inauguração da exposição “‘Scriptorium’ medieval”. “Revisitando a experiência de Montecassino” e “Um dia na vida de um monge: desde o levantar ao deitar” são alguns dos temas a aprofundar nos dois painéis do primeiro dia, que termina com uma «noite cultural».

“O monaquismo beneditino e o Papado da Reforma: influências recíprocas”, “Vivências e constantes da espiritualidade monástica feminina”, “Leitores reais, leitores ideais – Obras de autores beneditinos e seus dedicatários” e “Livraria monástica de Refojos de Basto – Novas leituras, outros olhares” são os títulos de quatro das dez conferências previstas para sexta-feira.

O encontro, com participação gratuita, sujeita a inscrição, termina com a homenagem a Fr. Geraldo Dias, a quem será atribuída a Medalha de Mérito Público de Cabeceiras de Basto – Grau Ouro.

O documento mais antigo que fala sobre o mosteiro de Refojos de Basto data da primeira metade do século XII. O edifício atual, classificado como imóvel de interesse público, começou a ser reconstruído no século XVII, tendo as obras sido concluídas no século seguinte.

O esplendor do barroco da igreja, qualificada como a mais monumental dos Beneditinos em Portugal e a única com zimbório, contrasta com a sobriedade das dependências conventuais, marcadas pela sobriedade.



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