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Santuário de Fátima mostra rostos que construíram fé e cultura e de quem se lhes opôs

O santuário de Fátima inaugura a 30 de novembro a exposição “Rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual”, com a qual relaciona a pandemia com a reflexão «sobre o tema da morte e da vida» enquanto «momentos luminosos da peregrinação» do ser humano no mundo.

«Ao apresentar o Santuário como lugar de peregrinação, a mostra vai, deste modo, percorrer os rostos que construíram Fátima do ponto de vista da fé, do património e da cultura, sem deixar de olhar pluralmente para os que, durante anos, se insurgiram como críticos e opositores a Fátima», refere uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

A mostra, situada no piso inferior da basílica da Santíssima Trindade, sugere um itinerário de esperança, delineado «através do relato das ações concretas dos protagonistas de Fátima» na divulgação das mensagens que Nossa Senhora deixou aos pastorinhos na Cova da Iria.

A primeira parte da exposição, que segue o primeiro século de Fátima, dá a conhecer seus «os rostos relevantes», a começar pelos «videntes», os santos Francisco e Jacinta, e Lúcia de Jesus, sobre a qual continua a decorrer o processo com vista à sua beatificação e canonização.

Na segunda fase da mostra é proposto «um percurso orante e centrado na fé, desafiando o visitante a interpelar-se sobre a sua condição humana, numa espécie de jogo de espelhos que confronta a realidade concreta» atual, marcada pela pandemia, «com o desejo relacional com a transcendência».

As peças pertencem, maioritariamente, ao espólio do Santuário, havendo também objetos provenientes dos Museus do Azulejo, de Aveiro e da Póvoa de Varzim, para além de arquivos e bibliotecas privadas. 

Os “Rostos de Fátima” podem ser (re)conhecidos todos os dias, gratuitamente, até 15 de outubro de 2022.

O Santuário assegura a obediência «a todas as regras de segurança sanitária», e o respeito do «plano de contingência» que resulta da «articulação entre as diretrizes da Direção Geral da Saúde para os espaços museológicos e as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa».


Imagem D.R.

 

Rui Jorge Martins
Imagem: Pastorinhos de Fátima | D.R.
Publicado em 18.11.2020

 

 

 
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