

Cartaz (det.) | D.R.O docente, investigador e escritor Gabriel Magalhães vai apresentar esta sexta-feira, 7 de outubro, em Viseu, a conferência "Rostos de Deus na literatura portuguesa dos séculos XIX e XX", promovida pela Vigararia da Evangelização, Culto e Cultura da diocese viseense.
«Ele era como um ateu. Após ler os Evangelhos percebeu que continham palavras vivas e com vida. Hoje é um católico praticante», refere, sobre o orador, uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Gabriel Magalhães nasceu em Angola no ano de 1965, ensinou Filosofia Hispânica e Portuguesa em Salamanca, cidade onde morou, a par de Lisboa, Porto, Orense e Covilhã, onde hoje reside.
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Espanhóis, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, doutorou-se na Universidade da Salamanca com a tese "Garrett e Rivas: o Romantismo em Espanha e Portugal", editada em 2009 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
Atualmente é professor auxiliar do Departamento de Letras da Universidade da Beira Interior, lecionando disciplinas como "Literatura e Imagem", "Crítica e Criação Literárias", "Literatura Comparada" e "Literatura Portuguesa Romântica e Realista".
Profundo conhecedor das culturas ibéricas, Gabriel Magalhães colabora regularmente com o "La Vanguardia", jornal de referência espanhol, e com o Jornal do Fundão.
Publicou os romances "Não tenhas medo do escuro" (Prémio de Revelação APE/DGLB), "Planície de espelhos", "Madrugada na tua alma" e "Restaurante Canibal", o ensaio "Como sobreviver a Portugal - Continuando a ser português", e os livros de espiritualidade cristã "Espelho meu" e "O mapa do tesouro", o mais recente, de outubro de 2015.
A Vigararia da Evangelização, Culto e Cultura da diocese de Viseu, «que se encontra a estruturar a sua ação na Pastoral da Cultura», é dirigida pelo padre Virgílio Marques Rodrigues.
A conferência "Rostos de Deus na literatura portuguesa dos séculos XIX e XX", com entrada livre, decorre às 21h00 no Seminário Maior de Viseu.
Rui Jorge Martins
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