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Faculdade de Teologia realiza sessão sobre escultor José Rodrigues

Imagem José Rodrigues | D.R.

Faculdade de Teologia realiza sessão sobre escultor José Rodrigues

A Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP) realiza a 20 de novembro uma sessão dedicada ao escultor José Rodrigues.

O encontro, que conta com a participação de docentes de diversas instituições de ensino superior, inicia-se às 9h30 com as intervenções de Manuel Afonso Vaz, presidente do Centro Regional do Porto da UCP, Jorge Teixeira de Cunha, da Faculdade de Teologia, e Maria Celeste Natário, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A sessão, que decorre no polo da Foz (Porto) da UCP e é acompanhada por uma exposição com obras do escultor, prossegue às 9h45 com a comunicação "Os Cristos de José Rodrigues", por Arnaldo de Pinho, "A obra de José Rodrigues - Modos de usar” (Laura Castro) e “José Rodrigues e a ESBA/FBAUP” (Lúcia Matos).

O segundo painel começa às 11h05 com a conferência “Estruturas geométricas e derivas simbólicas: obra [3D] - José Rodrigues” (Fátima Lambert), “José Rodrigues: passagens discretas e indiscretas entre dimensões” (Leonor Soares) e “O Teatro segundo José Rodrigues” (Luísa Malato).

"Há muitos séculos a mexer no barro" é o título do «testemunho» que Nuno Higino apresenta às 12h10.

A sessão de encerramento, marcada para as 12h30, compreende as intervenções de Jorge Teixeira da Cunha e Maria Celeste Natário, estando previsto um momento musical pela pianista Sofia Lourenço.

A iniciativa encerra as atividades de 2014 do ciclo "Porto culto do século XX", que visa realçar figuras ligadas à Cidade Invicta que, «pela sua criatividade, nas mais diversas áreas», abriram «os horizontes da Cultura a uma superior forma de Humanismo».

O ciclo resulta de uma parceria entre o Centro de Estudos do Pensamento Português, a Cátedra Poesia e Transcendência de Sophia de Mello Breyner Andresen  (ambos integrados na Faculdade de Teologia da UCP - Porto) e o Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

José Joaquim Rodrigues nasceu em Luanda a 21 de outubro de 1936, filho de um casal transmontano, natural de Alfândega da Fé.

Depois de persuadir o pai a deixá-lo estudar em Portugal, viveu, primeiro, no distrito de Bragança, em casa de familiares, e, depois, aos 14 anos fixou-se no Porto, com o intuito de estudar Belas Artes. Concluiu o curso de Escultura em 1963 na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde foi professor.

Em 1968, com os colegas Ângelo de Sousa, Armando Alves e Jorge Pinheiro, que com ele terminaram o curso com a classificação máxima, formou o grupo "Os Quatro Vintes".

No Porto, presidiu à Cooperativa de Ensino Artístico Árvore, que desde 1963 é uma referência cultural da cidade. Também se ligou ao Minho, mais concretamente a Vila Nova de Cerveira, onde recuperou o convento de São Paio e ajudou a promover a Bienal Internacional de Cerveira, instituída no ano de 1978.

É autor de várias esculturas e outras expressões artísticas que se encontram espalhadas em variados espaços públicos. A sua obra tem sido apresentada em exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro.

José Rodrigues, que fundou uma fundação com o seu nome localizada no Porto, dedica-se igualmente a outras expressões artísticas, como ilustração, cerâmica e medalhística, além de criar cenografias.

 

Rui Jorge Martins
Biografia de José Rodrigues: Universidade do Porto
Publicado em 05.11.2014

 

 

 
Imagem José Rodrigues | D.R.
Depois de persuadir o pai a deixá-lo estudar em Portugal, viveu, primeiro, no distrito de Bragança, em casa de familiares, e, depois, aos 14 anos fixou-se no Porto, com o intuito de estudar Belas Artes. Concluiu o curso de Escultura em 1963 na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde foi professor
No Porto, presidiu à Cooperativa de Ensino Artístico Árvore, que desde 1963 é uma referência cultural da cidade. Também se ligou ao Minho, mais concretamente a Vila Nova de Cerveira, onde recuperou o convento de São Paio e ajudou a promover a Bienal Internacional de Cerveira
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