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Diocese dá a conhecer e decifra património artístico

Sabe o que é o resplendor de uma custódia? Ou o crescente eucarístico? O cupulim? O entablamento? A resposta a estas perguntas, acompanhada da divulgação do património artístico ligado à Eucaristia, está na base da nova rubrica “Olhar e ver o património”, que a diocese de leiria-Fátima propõe semanalmente na sua página e no seu boletim digital.

«A ideia subjacente» à iniciativa, «para além da divulgação de peças de arte dispersas pelas várias comunidades do território, é a identificação de alfaias e outros artefactos litúrgicos que são usados no sacramento central da vida cristã», a Eucaristia, à qual a diocese dedica o triénio pastoral.

A primeira peça, uma custódia do século XVIII em prata fundida e cinzelada, brilhantes e rubis, foi apresentada a 3 de junho, coincidindo propositadamente com a solenidade do Corpo de Deus.

Desde então juntaram-se quatro peças, produzidas entre os seculos XVI e XX: outra custódia, uma manufatura de tapeçaria segundo a técnica de Portalegre, alusiva à Última Ceia, um cálice e, por fim, uma bandeja de comunhão.

As fichas propostas pelo Departamento do Património descrevem as finalidades que orientam a utilização das peças, numa «nota histórico-descritiva», e especificam, graficamente, os elementos artísticos e litúrgicos que as compõem.

Na primeira custódia são identificados o resplendor, o recetáculo circular, o hostiário, o crescente eucarístico, o nó, a haste e a base. No caso da tapeçaria, a peça mais recente, referenciam-se alguns das representações iconográficas típicas de alguns dos apóstolos.

A explicação dos elementos permite não apenas aprofundar a espiritualidade e o conhecimento artístico e litúrgico de cada uma das peças propostas, como também transpô-los para alfaias similares da diocese ou de outra igreja, museu ou exposição.



Imagem Diocese de Leiria-Fátima | D.R.

 

Rui Jorge Martins
Fonte (texto e imagem): Diocese de Leiria-Fátima
Publicado em 06.07.2021

 

 
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