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Universidade Católica evoca Mário de Sá-Carneiro no centenário da morte

Imagem Mário de Sá-Carneiro | D.R.

Universidade Católica evoca Mário de Sá-Carneiro no centenário da morte

A Universidade Católica Portuguesa vai evocar o poeta e ficcionista português Mário de Sá-Carneiro, que há 100 anos, a 26 de abril de 1916, pôs fim à vida em Paris, revela uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

A sessão, organizada pela Cátedra de Sophia / Poesia e Transcendência, sediada no Centro Regional do Porto da universidade (Foz), está marcada para terça-feira, dia do centenário da morte, às 19h00.

José Rui Teixeira, recentemente reconduzido na direção da Cátedra de Sophia para o triénio 2016-2019, pronunciará a conferência "Qualquer coisa de intermédio. Da estesia à astenia: o sono abúlico, a morte e outras intertextualidades na poesia de Mário de Sá-Carneiro".

Após a intervenção, que decorre na sala EC105/Auditório das Pós-graduações, será exibido um vídeo realizado por Luís Costa, com seis poemas de Sá-Carneiro lidos pelos poetas Jorge Melícias e Valter Hugo Mãe.

A conferência foi originalmente apresentada em Paris, a 15 de abril, no contexto do colóquio "Mário de Sá-Carneiro et les autres", organizado pela Universidade da Sorbonne Nouvelle, em colaboração com a Universidade de Nanterre e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Nascido em Lisboa a 19 de maio de 1890, Mário de Sá-Carneiro é considerado um dos principais representantes do Modernismo português, tendo participado do lançamento da revista "Orpheu". A sua influência ecoará em autores como Sebastião da Gama, Mário de Cesariny e Alexandre O'Neill.

"Princípio", "A confissão de Lúcio", "Dispersão" e "Céu em fogo", "Indícios de oiro" (póstuma) são alguns dos livros de Mário-Sá Carneiro, cuja obra e personalidade podem ser especialmente compreendidas nas "Cartas a Fernando Pessoa", publicadas na década de 50. Já este ano, a editora Dom Quixote lançou o volume "Prosa".

Depois desta iniciativa, José Rui Teixeira, membro do Secretariado da Pastoral da Cultura da diocese do Porto, profere a 5 de maio, em Salamanca, a conferência "Fronteiras invisíveis. Manuel Laranjeira e Miguel de Unamuno: sobre o desterro e a vertigem suicidária na cultura portuguesa", no âmbito das 8.ªs Jornadas Jornadas de Cultura Hispano-Portuguesa: Poesia e Filosofia de Fronteira: diálogos e intertextualidades", que têm como anfitriã a Universidade Pontifícia de Salamanca.

No dia 18 de maio, José Rui Teixeira apresenta, em Buenos Aires, a palestra "Um modo de ter amar antes do tempo. Sobre a saudade de Deus na poesia de Daniel Faria", que integra o programa do 6.º Congresso Internacional de Literatura, Estética e Teologia promovido pela Pontifícia Universidade Católica Argentina.

 

Rui Jorge Martins
Publicado em 21.04.2016

 

 

 
Imagem Mário de Sá-Carneiro | D.R.
Nascido em Lisboa a 19 de maio de 1890, Mário de Sá-Carneiro é considerado um dos principais representantes do Modernismo português, tendo participado do lançamento da revista "Orpheu". A sua influência ecoará em autores como Sebastião da Gama, Mário de Cesariny e Alexandre O'Neill
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