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RTP apresenta "4 caminhos para Fátima"

"4 caminhos para Fátima" é o título da série de documentários que a RTP-2 tem estado a transmitir ao longo de maio, propondo «quatro perspetivas bem diferentes», também com um olhar crítico, sobre o santuário e as aparições.

Exibido a 6 de maio, o primeiro filme, "A fé que nos salva", de Jorge Pelicano, centra-se na família Mendes: «Em maio de 2015, durante uma peregrinação a Fátima, Flávio, o filho mais novo, é uma das cinco vítimas mortais atropeladas por um condutor desgovernado. Para os pais, o mundo desabou. Abalou a fé que os guiava. Dois anos depois, como lidam estes pais com a fé?».








"Aritmética da salvação", realizado por Rita Nunes e apresentado no dia 13, parte de um conjunto de entrevistas a personalidades «como Frei Bento Domingues, António Araújo ou Pedro Bidarra, de áreas tão diversas com a Publicidade ou a História».

O trabalho «é o pretexto para uma dissertação sobre a Aritmética da Salvação. Este é um termo utilizado pelos historiadores, comum na religião cristã, e que se serve de uma linguagem matemática para definir a relação dos crentes com a promessa, e como este conceito conflui para o Santuário de Fátima, o local por excelência para o pagamento de promessas, em Portugal».








Miguel Gonçalves Mendes realizou "Fátima LDA", que «acompanha os preparativos da receção ao papa Francisco para as comemorações dos 100 anos das aparições», em 2017. No filme, exibido a 20 de maio, «o jornalista Paulo Moura reflete sobre o fenómeno que tornou o Santuário de Fátima num centro turístico, industrial e religioso sem paralelo na Europa e no mundo».






A série com episódios de 25 minutos, produzidos pela Cimbalino Filmes, termina no próximo domingo, dia 27, às 23h15, com "Fátimas", de Inês Gil, membro do Grupo de Cinema do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura e que recentemente presidiu ao júri ecuménico presente no festival de cinema de Cannes.

«Nem todas as mulheres nascidas a 13 de maio que foram chamadas Fátima têm uma relação pacífica com o seu nome. Umas sentem-se abençoadas e outras constrangidas pela conotação religiosa que incorporam. Mas são poucas as que sabem que afinal o seu nome não tem uma origem cristã. Lúcia, Maria e Maria de Fátima, de três gerações diferentes, contam como convivem com ele», lê-se na sinopse.







Os três documentários exibidos anteriormente podem ser (re)vistos na página da RTP.



 

SNPC
Fonte: RTP
Imagem: D.R.
Publicado em 22.05.2018

 

 

 
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