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Rezar a Nossa Senhora de Fátima pela voz dos artistas: vigília de oração

Imagem Katia Guerreiro | D.R.

Rezar a Nossa Senhora de Fátima pela voz dos artistas: vigília de oração

Atores, músicos e cantores vão participar a 5 de fevereiro, em Lisboa, na vigília de oração "Rezar a Nossa Senhora de Fátima pela voz dos artistas", interpretando obras de autores de referência no domínio da música e da poesia.

A iniciativa, aberta a todos os interessados, que decorrerá às 21h30 na igreja de Nossa Senhora de Fátima, conta a participação de cerca de duas dezenas de cantores do Coro Gulbenkian e do organista Sérgio Silva, dirigidos pelo maestro Jorge Matta.

"Recordare Virgo Mater", para dois coros, de Diogo Dias Melgás (1638-1700), e "Magnificat", para dois coros, solistas e baixo contínuo, composto por Francisco António de Almeida (c.1702-1755?), serão as peças executadas.

Os atores Miguel Loureiro, Teresa Sobral e Álvaro Correia lerão poemas sobre a "Vida de Maria", do poeta Rainer Maria Rilke (1875-1926), enquanto que a fadista Katia Guerreiro cantará fados marianos.

O projeto integra-se na visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima a todas as dioceses de Portugal, no contexto dos 100 anos das aparições marianas ocorridas em 1917 na região da Cova da Iria.

No dia da vigília de oração, a imagem, que percorre o patriarcado de Lisboa entre 17 de janeiro e 7 de fevereiro, passará pela Universidade Católica Portuguesa e pela igreja do Campo Grande.

Entre os eventos associados à passagem da imagem pelo patriarcado inclui-se, a 6 de fevereiro, uma procissão a pé pelas ruas de Lisboa que unirá o Hospital D. Estefânia, onde morreu uma das videntes de Fátima, Beata Jacinta Marto, e a igreja de S. Domingos.

A igreja de Nossa Senhora de Fátima, dedicada há 77 anos, foi assinada por nomes relevantes da arte e arquitetura em Portugal, como Porfírio Pardal Monteiro e Almada Negreiros, que embora não fossem "praticantes", estavam ligados à cultura católica.

 

Publicado em 28.01.2016

 

 
Imagem Katia Guerreiro | D.R.
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