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“Questões de arte sacra” convocam especialistas em teologia, bens culturais, liturgia e arquitetura

A segunda edição d’As Conferências do Museu, que o Museu de Arte Sacra do Funchal realiza a 1 e 2 de março, vai convocar especialistas em teologia, bens culturais, liturgia e arquitetura para discutir questões ligadas à história e, sobretudo, à contemporaneidade.

O tema da iniciativa, “Questões de arte sacra”, «pretende ser um contributo para partilhar propostas de reflexão da história insular e dos Bens Culturais da Igreja», cruzando o passado com «o olhar da contemporaneidade», no contexto do Ano Europeu do Património Cultural.

Segundo uma nota enviada ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, o programa reflete, no primeiro dia, sobre as “Expressões do património cultural religioso”, que analisará a perspetiva histórica e os «desafios que se colocam aos bens culturais da Igreja, entre o tangível e o imaterial, dos contextos primitivos ao trânsito para museus e exposições, do passado ao contemporâneo».

“A construção do espaço sagrado” é a questão que ocupa o segundo dia de trabalhos, para discutir «as fronteiras da definição do espaço vivencial religioso, convocando múltiplos olhares sobre o devir da arquitetura e das artes visuais na mediação com o sagrado, entre os séculos XX e XXI».

«O enquadramento inicial do encontro conta com o contributo do P. Tolentino Mendonça numa conferência de abertura cujo tema é transversal ao enunciado naqueles dois painéis – “Arte, mediação e Símbolo: O sentido que vem”, adianta o Museu de Arte Sacra do Funchal.

“Arte sacra, culto, cultura e património” (Nuno Saldanha), “A arte sacra: Museus e exposições numa sociedade secularizada” (Maria Isabel Roque), “Gestão e missão dos bens culturais da Igreja” (Sandra Costa Saldanha) e “Museu Diocesano de Santarém: A face visível de um alargado projeto de salvaguarda e valorização do património cultural da diocese” (Joaquim Ganhão) são alguns dos temas e convidados do primeiro painel.

No segundo dia debatem-se questões como “Existe uma arquitetura religiosa?” (Bernardo Pizarro Miranda), “Arquitetura religiosa em Portugal – séculos XX e XXI” (João Alves da Cunha), “Artes e arquitetura na mediação do sagrado” (João Norton de Matos) e “Arte litúrgica com amor: Criações das novas capelas de Braga” (Joaquim Félix).

Durante o encontro (cf. programa completo abaixo) será exibido o filme “Sagrado” (2014, 26 min.), do realizador Nuno Grande, centrado numa conversa com os arquitetos Nuno Portas e Nuno Teotónio Pereira sobre a igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, que ambos projetaram.

«Queremos instituir estas conferências como uma imagem de marca e como uma iniciativa que pretende abrir o museu ao exterior, à comunidade pensante do setor cultural», declarou à agência Lusa o diretor do Museu de Arte Sacra do Funchal, João Henrique Silva, também referente da Pastoral da Cultura da diocese madeirense.

A primeira fase das inscrições termina a 25 de fevereiro, seguindo-se novo ciclo que decorre até ao dia 28. É também possível a inscrição nos dias das conferências. A diferença entre estes três períodos está no custo, que vai crescendo sucessivamente.

O Museu de Arte Sacra dispõe de uma coleção constituída por pintura, escultura e ourivesaria do período compreendido entre os séculos XV e XVIII, sendo o núcleo estruturante constituído por pintura flamenga dos séculos XV e XVI.









Imagem Programa




 

SNPC
Imagem: Cartaz (det.) | D.R.
Publicado em 02.03.2018

 

 

 
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