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Papa tem sabido divulgar a Palavra de Deus, que é «de inclusão, e não de exclusão», diz Ana Zanatti

A «abertura de espírito, o facto de aparecer com um discurso diferente dentro da Igreja católica, com uma proposta de abertura, de abraçar todos» é uma das características do papa que mais tem cativado Ana Zanatti.

A atriz foi uma das participantes na iniciativa “Com o papa Francisco, dizer o seu pensamento a várias vozes”, que decorreu esta segunda-feira na capela do Rato, em Lisboa, com o propósito de juntar crentes e não crentes em torno do pontífice.

«Eu fui educada num colégio católico e acho que o papa Francisco tem sabido divulgar a Palavra de Deus, que é uma mensagem de amor, de inclusão, e não de exclusão», declarou ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

Ana Zanatti aceitou juntar-se ao «movimento de apoio ao papa Francisco», que considera «um grande homem e um grande reformador, e como todos os reformadores, tem certamente quem não concorde com ele».

«Por isso é bom que se levantem também as vozes ao seu lado, e a minha é uma delas. Estou aqui para divulgar a mensagem do papa Francisco, que é um homem que eu admiro muito», sublinhou.

O excerto das intervenções do papa que Ana Zanatti escolheu está relacionado com algo que sente «muito profundamente»: «A forma como comunicamos, a facilidade que temos em comunicar muito rapidamente, mas também, por vezes, a superficialidade dessa comunicação, que nos leva a um afastamento dos outros».

«Embora possa parecer o contrário, as relações são menos profundas, tendem à superficialidade, e eu sou a favor das relações mais intensas e mais próximas», assinalou.

A sessão começou uma breve intervenção da escritora Leonor Xavier, que co-organizou a iniciativa, seguindo-se a leitura do “Cântico das criaturas”, de S. Francisco de Assis, pelo encenador Luís Miguel Cintra, momento que, por motivos técnicos, não foi registado.

Antes das primeiras oito leituras do pensamento do papa (que apresentamos no vídeo seguinte), foi executada a obra “Francisco”, composta sobre textos das “Memórias da Irmã Lúcia” e dividida em cinco partes.









 

Rui Jorge Martins
Imagem: Capela do Rato, 8.10.2018 | D.R.
Publicado em 10.10.2018

 

 

 
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