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Padre Tolentino Mendonça padrinho de doutoramento “honoris causa” do cardeal Gianfranco Ravasi

Imagem Card. Gianfranco Ravasi | D.R.

Padre Tolentino Mendonça padrinho de doutoramento “honoris causa” do cardeal Gianfranco Ravasi

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) vai atribuir o doutoramento “honoris causa” ao presidente do Pontifício Conselho da Cultura, o cardeal italiano Gianfranco Ravasi, biblista, em cerimónia que tem o padre José Tolentino Mendonça, vice-reitor da instituição e igualmente especialista na Sagrada Escritura, como padrinho de doutoramento.

A sessão, que decorre a 30 de janeiro, em Lisboa, integrada nas comemorações do Dia Nacional da UCP 2015, é presidida pelo magno chanceler da universidade, D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa e futuro cardeal.

O programa inicia-se às 16h30 nas instalações da UCP (auditório Cardeal Medeiros) com o cortejo académico, seguindo-se o discurso da reitora, Maria da Glória Garcia, e o doutoramento.

A cerimónia prossegue com a imposição de insígnias e entrega de cartas doutorais aos doutores que obtiveram o grau em 2014, momento intercalado por intervenções musicais interpretadas pelo Coro da UCP, dirigido por Sérgio Peixoto.

Após a distribuição de medalhas de prata aos funcionários que completaram 25 anos de serviço em 2014, a sessão é encerrada com palavras do magno chanceler.

Na véspera, 29 de janeiro, pelas 18h00, também no auditório Cardeal Medeiros, o cardeal Ravasi profere a conferência "Parábolas mediáticas e parábolas evangélicas - Comunicar a fé no tempo da internet".

O Dia Nacional da Universidade Católica Portuguesa, que em 2015 tem como lema “Alargar horizontes”, assinala-se a 1 de fevereiro de 2015.

Em novembro de 2012, quando participou nas jornadas "Liturgia, Arte e Arquitetura nos 50 anos do Concílio Vaticano II", realizadas igualmente na UCP, o prelado apontou três objetivos para a Pastoral da Cultura.

«O primeiro é, seguramente, voltar a unir fé e arte; o segundo é não ter medo de confrontar a fé com a ciência; o terceiro é não temer confrontar quem tem fé com quem não tem», afirmou.

Estes objetivos são uma forma de «regressar ao mundo sem ser do mundo», isto é, sair do «espaço protegido» em que os católicos se encontram para entrar num horizonte onde arte, ciência e não crença entram em disputa com as convicções cristãs.

Gianfranco Ravasi participou, aquando da sua viagem a Portugal em 2012, na sessão do Átrio dos Gentios, plataforma do Vaticano para o diálogo entre crentes e não crentes, que decorreu em Guimarães e Braga.

No mesmo ano, o cardeal recebeu doutoramentos "honoris causa" atribuídos pela Universidade Católica João Paulo II, em Lublin, Polónia, e pela Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma.

Em 2014, a Universidade de Deusto, em Bilbau, Espanha, concedeu-lhe título idêntico, que também recebeu em 2013, aquando da sua deslocação ao México, no âmbito do Átrio dos Gentios, estrutura coordenada pelo Pontifício Conselho da Cultura.

 

Rui Jorge Martins
Publicado em 14.01.2015

 

 
Imagem Card. Gianfranco Ravasi | D.R.
O primeiro objetivo para uma Pastoral da Cultura é «voltar a unir fé e arte; o segundo é não ter medo de confrontar a fé com a ciência; o terceiro é não temer confrontar quem tem fé com quem não tem»
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