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Novo número de revista de música sacra revela composições inéditas e texto sobre a «beleza da fé»

Novo número de revista de música sacra revela composições inéditas e texto sobre a «beleza da fé»

Imagem D.R.

Doze partituras inéditas e o texto "Ao serviço da beleza da fé", do papa emérito Bento XVI, constituem as novidades da mais recente edição da revista de música sacra "Libellus Usualis".

«As 12 composições, assinadas pelos múltiplos compositores que abrangem as mais diversas sensibilidades estéticas, vêm acrescentar a sua visão a uma já tão rica e explorada temática da Música Sacra em Portugal», destaca uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

"Magnificat" (Pedro de Miranda), "Toda formosa" (Joaquim dos Santos), "Grandes coisas se dizem de Vós" (Eugénio Amorim), "À vossa direita" (Fernando C. Lapa), "Alegrai-vos se participardes" (Pedro de Miranda) e "Em corpo e alma" (Fernando Valente) constituem as primeiras seis nova sobras.

A lista completa-se com "Suspenso na Cruz" (Nuno Costa), "Quæ est ista" (Adérito Valente), "A minha alma glorifica ao Senhor" (Carlos da Silva/Tiago Ferreira), "Ditosa Virgem" (João Santos), "Ave Maria" (Eugénio Amorim) e "Magnificat" (Fernando C. Lapa).

A publicação é complementada com um CD aúdio que apresenta a obra "Magnificat", de Fernando C. Lapa, interpretada pelo Coro de Pequenos Cantores de Esposende e Diogo Zão (órgão), com direção de Helena Venda Lima, que proporcionará uma «mais completa viagem sonora».

Nesta edição (112 pág., 10 €) é incluído o texto "Ao serviço da Beleza da Fé", que Bento XVI proferiu aquando da receção do doutoramento "honoris causa" em Música Sacra, conferido pela Pontifícia Universidade João Paulo II, de Cracóvia, e pela Academia de Música de Cracóvia (Polónia), em 2015.

A reflexão que acompanha o número 6, correspondente ao segundo semestre de 2016 e dedicada ao tema "Magnificat", destaca-se «pela profundidade e finura da análise sobre a origem da música, em particular na cultura ocidental, e sobre a sua relação com a Liturgia».

Criada em 2013 sem fins lucrativos, a Libellus Usualis - Associação «espera contribuir para que o riquíssimo espólio musical da Igreja seja perpetuado na sua constante criação e que este seja observado, na sua linguagem, à luz dos novos tempos».



 

SNPC
Publicado em 05.05.2017

 

 

 
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