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Igreja católica distingue Luís Miguel Cintra

Igreja católica distingue Luís Miguel Cintra

Imagem Luís Miguel Cintra | © Gonçalo Rosa da Silva/Expresso

Luís Miguel Cintra foi distinguido com o Prémio Árvore da Vida-Padre Manuel Antunes, atribuído anualmente pela Igreja católica para destacar um percurso ou obra que refletem o humanismo e a experiência cristã.

A ata do júri (cf. Artigos relacionados) realça «os méritos extraordinários» da «carreira de encenador e ator, de ensaísta e tradutor de literatura dramática» de Luís Miguel Cintra, bem como o seu trabalho «em prol da difusão declamada de Poesia e Oratória».

A decisão, unânime, sublinha a intervenção de Luís Miguel Cintra no «concerto das artes verbais, musicais e cénicas», dentro de um contexto «de extensa e fecunda intervenção no debate de ideias e de questões ético-sociais no espaço público».

Os jurados destacaram também o facto de Luís Miguel Cintra ter co-fundado o Teatro da Cornucópia, onde dirigiu, ao longo de 43 anos, mais de 130 peças e um vasto leque de atores, levando à cena autores cimeiros da dramaturgia nacional e internacional.

Na Sétima Arte, Luís Miguel Cintra integrou o elenco de mais de 70 filmes, tendo colaborado com Manoel de Oliveira, igualmente distinguido com o Prémio Árvore da Vida-Padre Manuel Antunes, entre outros cineastas, assinala a ata.

Do júri fizeram parte D. João Lavrador, bispo de Angra e próximo presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, P. António Trigueiros, S.J., diretor da revista "Brotéria", Maria Teresa Dias Furtado, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Guilherme d'Oliveira Martins, administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, e José Carlos Seabra Pereira, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

A sessão de entrega da distinção ocorrerá a 3 de junho, em Fátima, integrada no programa da 13.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, dedicada ao tema "'Out of the box' - A relação dos jovens com a cultura".

O Prémio, composto pela escultura "Árvore da Vida", de Alberto Carneiro, e 2500 euros, foi instituído em 2005 pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, contando desde então com o patrocínio do grupo Renascença Comunicação Multimédia.

Nas edições anteriores o Prémio galardoou o poeta Fernando Echevarría, o cientista Luís Archer S.J., o cineasta Manoel de Oliveira, a classicista Maria Helena da Rocha Pereira, o político e intelectual Adriano Moreira, o trabalho de diálogo entre Evangelho e Cultura levado a cabo pela Diocese de Beja, o compositor Eurico Carrapatoso, o arquiteto Nuno Teotónio Pereira, o pedagogo Roberto Carneiro, o jornalista Francisco Sarsfield Cabral, a artista plástica Lourdes Castro e o Professor de Medicina e Bioética Walter Osswald.



 

SNPC
Publicado em 11.05.2017

 

 
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