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Natal: Espiritualidade, história, Bíblia e cultura na narrativa de Lucas do nascimento de Jesus

Natal: Espiritualidade, história, Bíblia e cultura na narrativa de Lucas do nascimento de Jesus

Imagem "A natividade" (det.) | Bicci di Lorenzo | Museu Wallraf-Richartz, Colónia, Alemanha

Os 21 versículos do Evangelho de Lucas (2, 1-21) que descrevem os acontecimentos que acompanham o nascimento de Cristo já tinham sido sintetizados por Paulo numa só expressão, semelhante a um pequeno Credo: «Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob o domínio da Lei» (Gálatas 4,4).

Antes de iniciar a nossa viagem espiritual ao interior daqueles versículos e dos seus temas principais, detenhamo-nos diante do ícone da "Senhora do Natal" para dele esboçarmos e contemplarmos os traços essenciais através de alguns versos da "XIX Ode de Salomão", pertencente àqueles 40 hinos que foram encontrados em 1905 num manuscrito siríaco e que constituem um documento importante da antiga poesia cristã.

Também no texto de Lucas a narrativa do nascimento de Jesus alarga-se ao longo de dois horizontes "antitéticos": à pobreza extrema do enquadramento terrestre associa-se um eco cósmico e celeste.

Enquanto na narração paralela do nascimento de João Batista a circuncisão era o dado fundamental, ocupando nada menos que oito versículos, para Jesus a circuncisão ocupa um só versículo, contra os 20 do nascimento. O Batista conduz a Cristo a aliança da circuncisão, Cristo com a circuncisão acolhe o povo da primeira aliança, dela se tornando membro, cumprimento e salvação. O Natal é também o centro do grandioso hino de abertura do Evangelho de João: «O Verbo fez-se carne e pôs a sua tenda no meio de nós» (1,14).



O texto de Lucas está depois na base da criatividade popular que sobre sóbrios versículos evangélicos bordou arabescos frequentemente fantasiosos. A referência mais óbvia é aos evangelhos apócrifos, em particular o Protoevangelho de Tiago



O verbo grego que alude à tenda da arca da aliança, "skenoun", contém as três consoantes radicais da palavra hebraica "Shekinah" ("s-k-n"), o termo com que o judaísmo definia a "Presença" divina no templo de Sião.

O Natal é cantado também pela Carta aos Hebreus, poderosa e monumental homilia do Novo Testamento, que aplica a Cristo o Salmo 8, hino noturno destinado a celebrar o homem e a sua grandeza e agora aplicado a Cristo, homem perfeito que entra na história para a redimir, arrancando-a do mal.

O texto de Lucas está depois na base da criatividade popular que sobre sóbrios versículos evangélicos bordou arabescos frequentemente fantasiosos. A referência mais óbvia é aos evangelhos apócrifos, em particular o Protoevangelho de Tiago, do século III, mas apontamentos fascinantes podem colher-se em centenas de textos cristãos antigos, como nesta declaração colocada na boca de Jesus num escrito gnóstico egípcio, a "Interpretação da gnose": «Eu tornei-me pequeno para que através da minha pequenez vos pudesse levar ao alto de onde caístes... Eu vos levarei aos meus ombros» (XI, 10,27-34).



Um anónimo franciscano do século XIV, autor das "Meditações sobre a vida de Cristo", imagina «o boi e o jumento apoiados nas patas anteriores, estendendo os focinhos para a manjedoura, soprando com os narizes, quase como se fossem dotados de razão



Só para evocar a fertilidade poética e espiritual destas tradições populares, pensemos em que significa o tema do Natal de Cristo na história da arte, o que representa o presépio, quantas são as tipologias orientais e ocidentais da Mãe Maria com o Menino Jesus! Pensemos na acumulação dos particulares em torno àquela cena tão essencial. Por exemplo, o boi e o jumento foram introduzidos apenas por um apócrifo, o Pseudo-Mateus, redigido no século VI-VII; mas já no século IV a arte os tinha apresentado no sarcófago romano no Museo Pio e no de Stilicone da basílica de Santo Ambrósio, em Milão.

Orígenes, no século III, referia-se a um passo de Isaías (1,3: «o boi conhece o dono e o jumento o estábulo do seu senhor»), enquanto os Padres da Igreja [primeiros séculos do cristianismo] encontravam nos dois animais um curioso simbolismo que S. Gregório de Nazianzo define assim: «Entre o jovem touro (boi) que está preso à Lei judaica, e o jumento, que está cunhado com o pecado da idolatria pagã, jaz o Filho de Deus que de ambos liberta os pesos».

Com Francisco e o seu presépio de Greccio, os dois animais tornam-se, ao invés, expressão da adoração e da alegria cósmica pelo nascimento do Salvador de cada coisa. Um anónimo franciscano do século XIV, autor das "Meditações sobre a vida de Cristo", imagina «o boi e o jumento apoiados nas patas anteriores, estendendo os focinhos para a manjedoura, soprando com os narizes, quase como se fossem dotados de razão, percebendo que o menino, tão miseravelmente protegido naquela friíssima estação, tinha necessidade de ser aquecido».



A tradição cristã, apoiada em S. Jerónimo, que viverá durante décadas em Belém, falará de uma gruta semelhante às adjacentes às pobres casas de então. João tinha nascido na casa sacerdotal do pai, Cristo nasce na marginalização, privado de uma almofada



Segundo o "Physiologus", depois, naquela noite do solstício de inverno, os animais selvagens emitem duas vezes um forte bramido: seria a reação do diabo, que na noite santa se indigna porque com o Menino Jesus surge o «novo dia» e é quebrado o «poder das trevas».

O Natal alimentou a meditação dos Padres da Igreja (pensemos nos "Sermões de Natal"; de Leão Magno), gerou músicas cultas e populares ("Stille nacht", "Adeste, fideles..."), triunfou na liturgia e, no Ocidente cristão, tornou-se a festa mais sentida.

Após esta longa premissa, regressamos ao texto lucano para aflorar o espírito genuíno do Natal do Filho de Maria, despindo-o dos revestimentos fantasiosos e retóricos. Procuremos também nós o filho de Maria, não tanto para lhe exprimir ternura, mas para conhecer o seu mistério. A maternidade de Maria tem duas coordenadas externas bem declaradas pelo evangelista.



Uma basílica ainda hoje intacta porque nunca destruída, diferentemente das outras igrejas da Terra Santa: os muçulmanos pouparam-na porque é também dedicada a Maria, que também veneram, e os persas não a destruíram porque no frontal viram a fila dos Magos com as suas vestimentas persas



A primeira é "espacial", ligada a Belém, «a cidade de David», como diz Lucas, apesar de no Antigo Testamento esse seja o título oficial de Jerusalém. Jesus chega até nós a partir do espaço humano, físico e espiritual da "promessa davídica". É por isso que em alguns testemunhos da arte cristã não se opõe só a Jerusalém terrestre à celeste, mas também a Belém terrestre à do céu. De Belém a humanidade é assunta em Deus.

No espaço de Belém a nossa atenção fixa-se em dois pontos "topográficos". O primeiro é o do parto de Maria, uma manjedoura para animais provavelmente escavada na rocha, porque o "katalyma" (em grego "albergue, casa, alojamento, quarto") não tinha espaço para o Senhor do espaço. A tradição cristã, apoiada em S. Jerónimo, que viverá durante décadas em Belém, falará de uma gruta semelhante às adjacentes às pobres casas de então. João tinha nascido na casa sacerdotal do pai, Cristo nasce na marginalização, privado de uma almofada.

Todavia na narrativa de Lucas há um particular sublinhado com ternura: Maria «envolve o menino em faixas e depô-lo na manjedoura» (v. 7). Do Batista diz-se apenas: «Para Isabel cumpriu-se o tempo do parto e deu à luz um filho» (1,57). Em torno daquela gruta, daquele ponto do espaço de Belém, regue-se agora a solene "basílica justiniana" [referência aos escritos do mártir Justino, séc. II], mas iniciada no século IV por Helena, mãe do imperador romano Constantino. Uma basílica ainda hoje intacta porque nunca destruída, diferentemente das outras igrejas da Terra Santa: os muçulmanos pouparam-na porque é também dedicada a Maria, que também veneram, e os persas não a destruíram porque no frontal viram a fila dos Magos com as suas vestimentas persas.



«O nascimento do deus [Augusto] marcou o início da "boa nova" ["evangelho"] para o mundo». Um evangelho, este, proclamado em palácios de mármore e no império mais poderoso do mundo; um evangelho, o do nascimento de Jesus, proclamado numa manjedoura e entre nómadas



O outro ponto topográfico que queremos evocar é o chamado "campo dos pastores", o campo em torno de Belém percorrido por pastores seminómadas. Duas habitações provisórias, duas localidade pobres, dois sinais da miséria quotidiana, tornam-se o centro de uma esperança cósmica.

É famosa a inscrição na antiga cidade grega de Priene que usa o termo "evangelho" para o nascimento de Augusto: «O nascimento do deus [Augusto] marcou o início da "boa nova" ["evangelho"] para o mundo». Um evangelho, este, proclamado em palácios de mármore e no império mais poderoso do mundo; um evangelho, o do nascimento de Jesus, proclamado numa manjedoura e entre nómadas: «Anuncio-vos uma grande alegria que será de todo o povo: hoje, nasceu-vos um salvador» (vv. 10-11). O primeiro evangelho bem depressa gerará más notícias de opressões, taxas, guerras, escravidão; o evangelho de Cristo é «libertação para os prisioneiros, feliz mensagem para os pobres, vista para os cegos, liberdade para os oprimidos» (Lucas 4,18).



O recenseamento romano, sinal de escravidão, recorda-nos que Cristo nasce de um povo oprimido e no meio daqueles pobres que os poderosos consideram peças insignificantes no tabuleiro dos seus jogos políticos



Há uma segunda coordenada a considerar, a "temporal". Ela é extraída das horas do imperador Otaviano Augusto (31 a.C. - 14 d.C.) e é precisada por Lucas com a indicação do famoso «primeiro recenseamento», ordenado pelo legado da Síria, Quirinio. Não é agora o momento para entrar na secular discussão sobre esta informação que, aparentemente, está errada, estando documentado apenas um recenseamento de Quirinio, no século 6 d.C., quando Jesus já teria 12 anos. É provável que se trate de uma "primeira" operação recenseadora, ordenada durante uma missão extraordinária realizada por Quirinio antes de ser formalmente nomeado legado da Síria.

Queremos apenas recordar que com estes dados surge nitidamente o valor da incarnação, isto é, do ingresso de Deus nos acontecimentos e no tempo humano. Efrém, o sírio, unirá os dois extremos do parto de Maria e da morte na cruz para exaltar a incarnação na sua realidade: «A sua morte na cruz atesta o seu nascimento da mulher. Com efeito, se um homem morre, deve ser também nascido (...). Por isso a conceção humana de Jesus é demonstrada pela sua morte na cruz. Se alguém nega o seu nascimento, é desmentido pela cruz».  O recenseamento romano, sinal de escravidão, recorda-nos que Cristo nasce de um povo oprimido e no meio daqueles pobres que os poderosos consideram peças insignificantes no tabuleiro dos seus jogos políticos.

Contudo, o filho de Maria será o centro do tempo e da própria família humana. Será precisamente este menino pobre a assinalar na história os séculos num "antes" e num "depois" dele. A liturgia bizantina canta para o Natal do Senhor esta bela antífona:



Eles procuram e encontram, como é indicado pelos muitos verbos de movimento que percorrem toda a narrativa: «Vamos», «foram», «encontraram», «viram», «voltaram»... Uma constelação de verbos de procura, de revelação, de adoração que torna os pastores primeiros missionários de Cristo, seus "evangelizadores"



«O autor da vida nasceu da nossa carne, da carne da mãe dos vivos. Um menino dela nasceu e é o Filho do Pai. Com as suas faixas desata os laços dos nossos pecados e enxuga para sempre as lágrimas das nossas mães. Dança e salta, criação do Senhor, porque nasceu o teu Salvador (...). Contemplo um mistério estranho e inesperado: a gruta é o céu, a Virgem é o trono dos querubins, a manjedoura é o lugar onde repousa o incompreensível, o Cristo Deus. Cantemo-lo e exaltamo-lo!».

Em redor do filho de Maria recolhe-se uma série de espetadores diferentes mas todos convergentes para aquela cena e aquela figura.

Os primeiros são os pastores, aos quais é reservada uma verdadeira e própria anunciação, como a Maria, José e Zacarias: aparição do anjo, o convite a «não temer», o anúncio de um nascimento extraordinário, o sinal da manjedoura (vv. 9-12). E todavia os pastores eram considerados impuros pelo judaísmo oficial de então e portanto eram excluídos da vida religiosa pública. Eles procuram e encontram, como é indicado pelos muitos verbos de movimento que percorrem toda a narrativa: «Vamos», «foram», «encontraram», «viram», «voltaram»... Uma constelação de verbos de procura, de revelação, de adoração que torna os pastores primeiros missionários de Cristo, seus "evangelizadores".



É interessante notar que a arte oriental evocou esta dimensão pascal do Natal de modo curioso: o ícone russo da Natividade, pertencente à Escola de Novgorod (século XV), representa Jesus menino envolto em faixas e deposto numa manjedoura que tem a forma de um sepulcro



Há depois uma outra classe de pessoas, «todos aqueles que ouviram», isto é, a multidão. Eles espantam-se, mas ficam por aí: «Esses ouvem a palavra, recebem-na com alegria, mas não têm raízes» (Lucas 8, 13).

Surgem os anjos, com o seu anúncio, a que se segue um hino. O anúncio, presente no v. 11, desenvolve cinco dados teológicos significativos. O texto soa assim: «Hoje nasceu-vos na cidade de David um salvador, que é o Cristo Senhor». Antes de tudo o «hoje», o presente constante da salvação, vivido na liturgia, expressão da plenitude dos tempos.

Segue-se o nascimento, que é indício de um início e, portanto, de uma história concreta. O terceiro elemento é o espaço, a «cidade de David». O «hoje» eterno de Deus penetra nas dimensões espácio-temporais do homem para as fecundar e transfigurar.

O quarto artigo de fé do Credo angélico é a afirmação que Cristo é Salvador. O quinto elemento é posto no cume: Cristo é o "Kyrios", o Senhor, o título que definia o Deus do Antigo Testamento. Como se vê, proclama-se já a fé pascal porque Jesus aparecerá verdadeiramente como Senhor na sua ressurreição. É interessante notar que a arte oriental evocou esta dimensão pascal do Natal de modo curioso: o ícone russo da Natividade, pertencente à Escola de Novgorod (século XV), representa Jesus menino envolto em faixas e deposto numa manjedoura que tem a forma de um sepulcro.



Maria conserva e, como diz o original grego, «põe junto», isto é, dá um sentido a tudo o que está a acontecer, descobrindo o plano divino subjacente aos acontecimentos



Junto ao anúncio os anjos colocam um hino, outro dos cânticos do Evangelho da infância de Jesus segundo Lucas, que ressoará nas nossas liturgias festivas: «Glória a Deus no mais alto dos Céus e paz na Terra aos homens que Ele ama» (v. 14).

A glória é a adoração de Deus. Deus manifesta-se aos homens através do seu amor, da sua "eudokía", a sua «boa vontade», o desejo ardente do bem da sua criatura. Deste ato de bondade nasce a «paz", o "shalôm" bíblico que abraça prosperidade, alegria, serenidade, tranquilidade, plenitude de vida». O menino de Maria, «príncipe da paz», «é a nossa paz, Ele que, dos dois povos, fez um só e destruiu o muro de separação, a inimizade: na sua carne, anulou a lei, que contém os mandamentos em forma de prescrições, para, a partir do judeu e do pagão, criar em si próprio um só homem novo, fazendo a paz, e para os reconciliar com Deus, num só Corpo, por meio da cruz, matando assim a inimizade. E, na sua vinda, anunciou a paz a vós que estáveis longe e paz àqueles que estavam perto» (Efésios 2, 14-17).

A última personagem que está presente na cena do Natal é ela, a "Theotókos", a Mãe de Deus, como proclamará o Concílio de Éfeso. Maria «conservava todas estas coisas e meditava-as no seu coração» (v. 19): ela «escutou a Palavra e conserva-a num coração honesto e bom» (Lucas 8,15). Maria conserva e, como diz o original grego, «põe junto», isto é, dá um sentido a tudo o que está a acontecer, descobrindo o plano divino subjacente aos acontecimentos. É a sábia por excelência, que penetra nos segredos da salvação que Deus nos está a oferecer e que se atuam também por seu intermédio.



Ó Rei excelso, o que há de comum entre ti e as nossas misérias? O criador do Céu, porque vens entre nós, homens da Terra? Deixaste-te encantar por uma gruta e um presépio te é caro?



Concluamos a nossa descrição associando-nos ao cantor Romano o Melodista, nascido na Síria cerca de 490, que se converteu ao cristianismo e viveu a partir daí como diácono toda a vida junto ao santuário mariano de Kyros, em Constantinopla, onde foi sepultado entre 555 e 562.

De acordo com a tradição, Romano teria composto um milhar de hinos; os códices apenas nos legaram 85 e nem todos autênticos. Contudo estes bastam para nos revelar a estatura poética deste artífice da hinografia bizantina, venerado como santo das Igrejas do Oriente, que o recordam no primeiro dia de outubro.

Os seus hinos, pertencentes ao género dito "kontakion", são na realidade homilias em poesia. Ao Natal são dedicadas três composições. Na primeira, Romano coloca nos lábios de Maria este dulcíssimo "monólogo-diálogo" com o Filho:

«Diz-me, ó Filho, como foste semeado em mim e como nasceste!
Vejo-te, ò minhas entranhas, e pasmo.
O meu seio está repleto de leite e não sou esposa. Vejo-te envolvido nas faixas e vislumbro ainda intacto o selo da minha virgindade.
És tu, com efeito, que assim o preservaste quando te dignaste nascer, ò novo Menino, Deus anterior aos séculos!
Ó Rei excelso, o que há de comum entre ti e as nossas misérias?
O criador do Céu, porque vens entre nós, homens da Terra?
Deixaste-te encantar por uma gruta e um presépio te é caro? (I, 2-3)
O Espírito estende as suas asas sobre o ventre da Virgem e ela concebe e dá à luz e torna-se mãe-virgem com muita solicitude.
Permanece grávida e dá à luz sem dor um filho... Gerou-o em exemplo, possuiu-o em grande poder, amou-o em salvação, protegeu-o na suavidade, mostrou-o na grandeza. Aleluia!».



 

Card. Gianfranco Ravasi
In "Avvenire"
Trad.: Rui Jorge Martins
Publicado em 24.12.2016

 

 
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