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Ciência, fé e cultura marcam Jubileu das Universidades

Imagem D.R.

Ciência, fé e cultura marcam Jubileu das Universidades

Debates, concertos e tempos de oração com a presença de 300 oradores e mais de mil participantes vão marcar o Jubileu das Universidades, que começa a 7 de setembro, no Vaticano, com a intervenção do Prémio Nobel de Física (2007), Claude Cohen-Tannoudji.

O programa inclui 20 sessões de trabalho, que analisarão temas ligados à economia, comunicação, bioética, teologia, psicologia e finanças, até dia 11, quando os participantes terão uma audiência com o papa Francisco, revela a Rádio Vaticano.

"Conhecimento e Misericórdia. A terceira missão da Universidade" é o tema do Jubileu, que contará, na sessão de inauguração, com a ministra italiana da Educação, Universidade e Investigação, Stefania Giannini.

Seguem-se as lições de Cohen-Tannoudji, “Ciência e humanidade”, e “Razão e fé”, por Peter van Inwagen, da universidade norte-americana de Notre Dame.

A agenda do primeiro dia conclui-se com a oração da hora litúrgica de Vésperas, musicalmente interpretada pela Orquestra Barroca dos Conservatórios.

A 8 de setembro os trabalhos subdividem-se em três sessões, e paralelamente decorrem igual número de fóruns, dedicados aos centros de pesquisa, dirigentes e instituições de formação artística.

À noite realiza-se um concerto com a Orquestra Nacional dos Conservatórios, introduzido por um pronunciamento do presidente do Conselho Pontifício da Cultura, cardeal Gianfranco Ravasi.

Para o terceiro dia está prevista a apresentação da Carta de Roma 2016, que antecede a celebração do Jubileu, com a passagem pela Porta Santa e a missa na basílica de São João de Latrão.

O delegado do Departamento para a Pastoral Universitária da arquidiocese de Roma salienta que «conhecer significa ser misericordiosos: porque trata-se de construir o futuro das novas gerações e não simplesmente de dirigir a elas informações científicas».

«Unidos para comunicar no mundo o conhecimento da misericórdia, como dom e não como posse. Um conhecimento que ajuda a sociedade a olhar em frente com confiança, pois um novo desenvolvimento é possível», acrescentou o bispo Lorenzo Leuzzi.

 

Rui Jorge Martins
Publicado em 30.08.2016

 

 
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«Conhecer significa ser misericordiosos: porque trata-se de construir o futuro das novas gerações e não simplesmente de dirigir a elas informações científicas»
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