Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura - Logótipo
secretariado nacional da
pastoral da cultura
Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura - Logótipo
secretariado nacional da
pastoral da cultura

Ciclo de cinema destaca “A santidade na história”

O filme “Irmão Sol, irmã Lua”, realizado pelo cineasta italiano Franco Zeffirelli em 1972, sobre S. Francisco de Assis, vai ser exibido hoje, no Porto, no contexto do ciclo de cinema “A santidade na história”.

A iniciativa, que decorre pelo quinto ano consecutivo, apresenta filmes que visam «a compreensão do fenómeno da santidade como realidade historicamente situada, manifestação tão pluriforme quanto sublime do processo de discernimento e assunção da “vocação radical” e comum a todos os batizados».

Organizado pelo Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR) da Universidade Católica, o projeto propõe obras que incidem «sobre algumas figuras-chave da História do Cristianismo», como Santo António de Pádua, Teresa de Jesus, Vicente de Paulo e Maximiliano Kolbe.

Os filmes «tornarão possível não só um aprofundamento do conhecimento das respetivas biografias mas igualmente do carácter pessoal, contextualizado e paradigmático com que o tema da santidade nelas se concretiza», refere a página da instituição coordenadora.

As sessões, que começaram a 5 de fevereiro com “Visão da vida de Hildegard von Bingen (2009), de Margarethe von Trotta”, são precedidas de uma apresentação geral do filme, «a cargo de um comentador convidado para o efeito, e finalizadas com um tempo de diálogo-debate entre este e os participantes».

Estes ciclos pretendem dar «maior visibilidade quer ao trabalho desenvolvido pelo CEHR na região norte quer à sua estrutura, mediante um movimento descentralizador em relação aos ambientes académicos e uma presença mais efetiva junto das comunidades locais e dos seus públicos». 

«Francisco é o espírito gémeo de cada um de nós, e diferentemente de todos os outros santos que são pilares da nossa fé, não é sentido como um espírito superior e muitas vezes inapreensível que se deve aceitar através de uma disciplina da alma mais do que pelo convencimento dos nossos corações», declarou o realizador sobre o filme a exibir hoje, com comentário de Arlindo de Magalhães (UCP).

«É ele que sentimos sempre próximo das dores que nos atingem nos momentos dramáticos da nossa vinda, pedindo simplesmente o conforto nos conselhos que pode dar-te um amigo puro e simples», sublinhou Zeffirelli.

As sessões, que decorrem sempre às 21h00 na paróquia de Senhora do Porto, prosseguem a 9 de abril com “Santa Rita de Cássia” (2004), de Giorgio Capitani, com comentário de Manuel Correia Fernandes (diocese do Porto).

“Santo António de Pádua” (2001), de Umberto Marino (apresentação de José Acácio Castro (FT-UCP), a 7 de maio, “Teresa de Jesus” (1984), de Josefina Molina (série de televisão comentada por Isabel Morujão (CITCEM-UP), a 4 de junho, e “São Vicente de Paulo - O capelão das galeras (1947)”, de Maurice Cloche, analisado por Luís Leal (CEHR-UCP), no dia 2 de julho, são os filmes seguintes.

A 1 de outubro Luís Carlos Amaral (CEHR-UCP) apresenta “Dom Bosco” (2004), de Ludovico Gasparini, e a 5 de novembro, final do ciclo, exibe-se “Maximiliano Kolbe” (1991), de Krzysztof Zanussi, com comentário de Adélio Abreu (FT-UCP).



 

SNPC
Fonte: Centro de Estudos de História Religiosa
Imagem: kanzefar/Bigstock.com
Publicado em 05.03.2018

 

 
Relacionados
Destaque
Pastoral da Cultura
Vemos, ouvimos e lemos
Perspetivas
Papa Francisco
Teologia e beleza
Impressão digital
Pedras angulares
Paisagens
Umbrais
Mais Cultura
Vídeos