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Capela Imaculada, espaço «emblemático» de Braga, recebe compositora je percussionista aponesa Midori Takada

A compositora e percussionista japonesa Midori Takada vai atuar a 13 de novembro na capela Imaculada, do Seminário Menor de Braga, evento inserido no ciclo “gnration@”, que «pretende dinamizar atividades culturais em locais emblemáticos» da cidade.

«Aos 66 anos de idade, Midori Takada está nas bocas do mundo, muito por culpa do entusiasmo coletivo à volta dos seus primeiros discos e pelas consequentes reedições», refere um comunicado de imprensa da organização, que qualifica de «moderna» a arquitetura da capela, «um dos ex-libris» de Braga.

Nas últimas quatro décadas, a artista «dedicou-se a trabalhos a solo, em grupo e às práticas teatrais», e «as profundas buscas que fez na tradição da linguagem percussiva asiática e africana são captadas numa série de discos altamente procurados, onde se inclui a obra-prima “Through the looking glass” (1981)».

«Nascido de uma distinta sensibilidade musical cerimonial e meditativa japonesa, o trabalho de Midori Takada tem uma qualidade cristalina que destila ritmos de todo o mundo num instrumental minimalista de paisagens do sonho», refere a mesma nota.

Os concertos em palco da autora e intérprete têm sido bem acolhidos em virtude das suas «performances teatrais e profundamente espirituais», que conferiram a Takada «uma reputação incomparável».

«A técnica virtuosa, a sensibilidade acústica, a iluminação e o movimento coreografado combinam-se na criação de uma experiência auditiva completamente única e transformadora para o público», destaca o comunicado.

Em julho Midori Takada revelou a sua primeira música em quase 20 anos, intitulada “Le renard bleu”, inspirada em contos populares japoneses e senegaleses sobre a mitológica raposa azul, em parceria com a compositora Lefawndah.

O gnration, projeto orientado para a promoção de atividades artísticas e exploração e disseminação das artes digitais, «pretende afirmar-se como polo aglutinador de dinâmicas culturais e criativas, assumindo-se como um espaço orientado para a sensibilização e formação de novos públicos, expondo-os a práticas artísticas relevantes à luz de uma perspetiva contemporânea e cosmopolita».








 

Rui Jorge Martins
Imagem: Midori Takada | D.R.
Publicado em 03.09.2018

 

 

 
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