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Deus é vida que quer comunicar-se e cristãos podem ser reflexo da sua bondade e beleza, sublinha papa

Deus é vida que quer comunicar-se e cristãos podem ser reflexo da sua bondade e beleza, sublinha papa

Imagem "Santíssima Trindade" (det.) | Sandro Boticcelli | 1491-93 | Courtauld Gallery, Londres, Inglaterra

«Deus não está longe e fechado em si mesmo, mas é vida que quer comunicar-se, é abertura, é amor que resgata o homem da infidelidade», sublinhou o papa este domingo, dia em que os católicos evocam a Santíssima Trindade.

Na meditação que proferiu no Vaticano, antes da oração mariana do Angelus, Francisco destacou que «a comunidade cristã, apesar de todos os limites humanos, pode tornar-se um reflexo da comunhão da Trindade, da sua bondade e beleza», o que «passa necessariamente através da experiência da misericórdia de Deus, do seu perdão».

«Deus é misericordioso, piedoso e cheio de graça porque se oferece a nós para colmatar os nossos limites e as nossas faltas, para perdoar os nossos erros, para nos voltar a conduzir à estrada da justiça e da verdade», apontou.

Jesus revelou «o rosto de Deus, uno na substância e trino nas pessoas; Deus é todo e só amor, numa relação subsistente que tudo cria, redime e santifica: Pai e Filho e Espírito Santo», proclamação que abre as celebrações litúrgicas dos sacramentos e que se manifesta em inumeráveis formas de oração comunitária e individual, formais ou espontâneas, estando também associada ao gesto da bênção.

A «vida eterna» é o «amor desmesurado e gratuito do Pai que Deus deu na cruz», e esse amor «com a ação do Espírito Santo irradiou uma luz nova sobre a Terra e em cada coração humano que o acolhe, uma luz que revela os cantos escuros, as durezas que impedem de levar os bons frutos da caridade e da misericórdia», afirmou Francisco.

Após a oração do Angelus, o papa recordou que este sábado foi proclamada beata Itala Mela (1904-1957), italiana que cresceu numa família afastada da fé, que «na juventude se professou ateia mas que se converteu na sequência de uma intensa experiência espiritual».

Itala Mela exprimiu a fé entre os universitários católicos, tornando-se depois religiosa oblata beneditina, com um percurso místico centrado no mistério da Santíssima Trindade.

«Que o testemunho da nova beata nos encoraje, durante os nossos dias, a dirigir muitas vezes o pensamento a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, que habita na cela do nosso coração», declarou Francisco.









 

SNPC
Publicado em 11.06.2017

 

 
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